segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Notícias - Mercado Imobiliário: Grupo FMG se associa à Cortizo, de Jundiaí (SP)




O Grupo FMG – Facilities Management Group – e a Cortizo, empresa de serviços voltada ao setor imobiliário na região de Jundiaí, interior de SP, anunciaram a celebração de um contrato que formalizou sua fusão a partir do mês de maio. Pelo acordo, o Grupo FMG estenderá à Cortizo sua expertise na área de soluções de serviços para casa, escritórios e investimentos, modelo de negócios que abrange operações de condomínios e associações, consultoria, gestão imobiliária e serviços sob medida (on demand). O Grupo FMG atende incorporadoras e construtoras, fundos de investimentos, investidores individuais e institucionais e moradores/ocupantes de empreendimentos.

Criada em 1982, a Cortizo entra com o conhecimento que detém sobre o mercado de Jundiaí e região e uma carteira formada por 160 empreendimentos geridos, com 12 mil unidades autônomas atendidas e passa a adotar a marca Cortizo ItaBr. Os seus sócios-diretores, Edison Cortizo e Wagner Cortizo, destacam que a nova plataforma contemplará serviços em tecnologia da informação para empreendimentos, desenvolvimento imobiliário e de produtos para investidores; locação, venda e administração de bens; serviços financeiros; terceirização de mão de obra, seguros e centenas de opções na modalidade pay per use, para moradores ou ocupantes: de concierge a lazer e entretenimento até lavanderia, faxina e segurança, entre outros.

Novo logo Cortizo Ita Brasil



Sócios do grupo FMG, os empresários Fernando Martins Filho e Flavio Oliveira Martins acrescentam que o planejamento traçado para a nova operação focalizará desde empreendimentos convencionais até os de alta complexidade, como megacondomínos e condomínios-clube, shopping centers, galpões industriais, residenciais e comerciais de alto padrão, entre outros. Os executivos do Grupo FMG ressaltam ainda que deverão investir entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões anuais a partir de agora, com a expectativa de adquirir presença nacional num prazo de três anos e chegar ao faturamento de R$ 160 milhões.


Por: @jorgenojr

Fonte: Revista Infra


Vilões do morador novato em apartamento

Conversas, música alta e uso inadequado da piscina são as infrações mais frequentes de condôminos que trocaram a casa pelo edifício




“O volume de voz foi o mais difícil de controlar”,
 diz Fátima (Foto: Felipe Rau/Estadão)


A professora Fátima de Oliveira Branco, de 56 anos, mora em um condomínio há pouco mais de cinco anos e, embora hoje esteja completamente adaptada à rotina da vida em prédio, ela relembre das dificuldades de adaptação do início.
“A adaptação foi difícil. Afinal, além de morar em uma casa, independente, era um imóvel de 375 metros quadrados e me mudei para um apartamento de 75 metros quadrados. É diferente. É novo. O quintal, a piscina, a churrasqueira, tudo é coletivo”, diz a professora.
Fátima é uma das 210 mil pessoas que passaram a morar em condomínios na cidade de São Paulo nos últimos cinco anos, segundo informações de um estudo da administradora de condomínios Lello. São mais de 1,4 milhão de apartamentos em mais de mil novos empreendimentos residenciais na capital.
No processo de adaptação à vida coletiva, a professora conta que controlar o volume da voz durante as conversas foi o maior problema para a família – ela mora com dois filhos e o marido. Como moravam em uma casa ampla, quando um precisava chamar o outro, sempre o fazia em voz alta.
O barulho, não foi, de acordo com Fátima, motivo de grandes problemas ou constrangimentos no processo de adaptação ao condomínio. “Meu marido é corretor de imóveis e conhece bem a rotina dos condomínios, e ajudou a mim e aos nossos filhos no entendimento de regras e normas”, completa.
A professora conta também que estranhou a garagem, apenas duas vagas, marcada, pequena, apertada, mas não cometeu nenhuma infração. “Durante o processo de adaptação, não fomos multados ou notificados. Em relação ao barulho, nos policiamos e começamos a moderar o volume de voz. E, admito que esse foi o ponto mais difícil de controlar”, ressalta.
“Quando mudei para apartamento percebi três coisas: a família ficou mais próxima, minha passarinha (calopsita) pia bem alto e ainda fiz uma economia fantástica”, diz.
Para ela, todo o processo de adaptação valeu a pena, considerando a relação custo x benefício. Hoje, ela paga R$ 650 reais de condomínio e não precisa se preocupar com a limpeza de jardim, piscina ou da churrasqueira depois de um evento.
Para Fátima, todo morador novato em um edifício vai passar por alguns constrangimentos até entender o funcionamento de tudo. “Hoje, já estamos adaptados, a vida me sorri mais”, brinca.
Conhecimento. Para o gerente de condomínios da Auxiliadora Predial, Julio Herold, a maior demanda de um síndico são comportamentos inconvenientes decorrentes da falta de conhecimento do regulamento interno por parte de moradores que estão vivendo, pela primeira vez, em um edifício.
“Há regras em um condomínio. São 100, 500 e até cinco mil pessoas residindo e circulando pelo local diariamente. É diferente de morar em uma casa, onde você controla tudo e cria suas regras e a sua política de boa vizinhança”, acredita.
Segundo ele, comportamento clássico desse novo morador é percebido logo na mudança – quando ele decide mudar no sábado após as 14h ou no domingo. E, ao chegar ao prédio, descobre que no regulamento não é permitido.
Por situações como essa é que Herold ressalta a importância de conhecer as regras antes da mudança. Ele aconselha o condômino a pedir cópia do regulamento ao adquirir o imóvel. E, no caso do síndico, ele deve estar atento aos novos moradores e redobrar a atenção e sempre orientar o novato.
Usar o bom senso é importante. “Se é possível abrir uma exceção abra, mas seja firme informando o que diz o regulamento. Esclareça que existem normas em um condomínio. Mostre as regras, a convenção e o regulamento”, diz Herold, referindo-se à atuação do síndico.
Ajustes. Depois de 29 anos morando em casa, o engenheiro Rodrigo da Silva Dezembro, de 31 anos, foi morar em um apartamento depois de casar. “Para minha surpresa, minha adaptação foi rápida”, conta.
A maior dificuldade dele foi com os sons. Ele conta que recebeu ligações pedindo para diminuir a altura do volume da conversa quando estava com visitas em casa. Segundo ele, nada proposital, era o novo mesmo, em casa nunca percebeu que conversas poderiam incomodar o vizinho.
Isso ocorreu mesmo depois dele ter lido a convenção antes de mudar e de ter conversado com amigos que moravam em condomínios para entender um pouco mais do dia a dia.
“É difícil também se ajustar às reformas, com o recebimento e instalação de móveis em um imóvel que é seu, mas que você não pode fazer as coisas na hora que bem entender”, acrescenta ele.
Embora já esteja morando no condomínio há 1 ano e 8 meses, o jovem Dezembro acredita que não esteja 100% adaptado à vida em um edifício e ainda tem o “estereótipo” do morador novato.
“Cada dia é um aprendizado para entender até como se comportar, porque dá para reconhecer quem é morador novo, a forma como fecha a porta, como se comporta quando chega com o porta-malas repleto de compras”, brinca. Para melhorar a relação com o condomínio e conhecer mais da rotina, agora ele faz parte do conselho.
Dezembro está com problemas de vazamento em seu apartamento. Segundo ele, se fosse em casa, já teria chamado um profissional para efetuar o conserto, mas em um condomínio é diferente.
“Preciso saber a origem, ter autorização do morador para entrar na unidade, tudo seguindo o regulamento. Por isso, digo que não estou totalmente adaptado à vida em prédio”, diz.

Por: @jorgenojr
Fonte: O Estado de S. Paulo

Saiba como escolher um bom síndico

Condomínios residênciais (Foto: Divulgação)


O discurso do candidato a síndico do prédio pode ser eloquente e trazer uma lista de boas intenções. Mas, para saber se aquele pode ser, de fato, um bom administrador, vale observar alguns detalhes referentes ao nível de conhecimento que possui sobre o prédio e não apenas o tipo de relação que estabelece com os funcionários e moradores. Vale também checar o quanto o pretendente sabe sobre o exercício do cargo.
Segundo José Roberto Iampolsky, diretor da Paris Condomínios, em São Paulo, os condôminos não só devem participar das eleições de síndico, como devem votar com muita consciência, pois um condomínio mal administrado pode trazer grandes prejuízos financeiros para o proprietário e desvalorizar o imóvel.
“Basicamente, o candidato a síndico deve demonstrar que conhece o condomínio e suas necessidades, que tem tempo e disponibilidade para cumprir suas inúmeras funções e se relacionar com os moradores, alguma familiaridade com rotinas de administração geral e boa vontade em aprender, ouvir, servir e conciliar”, sintetiza Iampolsky.
De acordo com o especialista, caso o candidato esteja concorrendo à reeleição, os condôminos devem avaliar a gestão anterior do mesmo antes de votar, evitando mantê-lo no cargo por conveniência.
“É preciso levar em conta alguns pontos: se o condomínio está ordem, se o orçamento está adequado, se as decisões que foram tomadas nas assembléias foram cumpridas devidamente e se o candidato tem novas e boas propostas”, alerta Iampolsky.
Iampolsky ressalta que normalmente, em condomínios residenciais, o moradores não costumam ser criteriosos na escolha de seus candidatos.
“Com exceções a condomínios comercias (salas ) aonde é adotado um perfil de diretor de empresas (prazos, metas factíveis, assembleias curtas e objetivas), em condomínios residenciais ainda prevalece o critério simpatia, e vizinhança, poucos conseguem separar capacidade de camaradagem”, completa
O bom síndico deve ter metas e um cronograma para realizá-las; ser realista e não criar falsas expectativas; conhecer os condôminos sem invadir sua privacidade, pois sua função é administrativa, não de polícia; manter um “checklist” com todas as datas de vencimentos; estar bem assessorado administrativamente (contratar uma boa administradora) e, principalmente, saber gerir conflitos.
Devido à dificuldade cada vez maior entre os condôminos para eleger um síndico, seja pela falta de candidatos ou porque o candidato não agrada a maioria, há prédios que acabam optando por contratar um profissional. Neste caso, ele pode atuar como autônomo ou pessoa jurídica e não há impedimento geral na contratação de um síndico profissional, segundo o diretor da Paris Condomínios.
“Pode ser uma boa ideia, ou uma catástrofe. É uma analogia similar a de um casamento: uns são felizes, outros acabam em guerras.”

Por: @jorgenojr

Fonte: O Estado de S. Paulo



Edifícios: Rogers Stirk Harbour and Partners projeta casas compactas pré-montadas em Londres

Unidades de 26 m² serão destinadas aos cidadãos de baixa renda que não podem pagar aluguéis mais caros




O escritório de arquitetura Rogers Stirk Harbour and Partners, em parceria com a ONG YMCA London South West, entregou o primeiro protótipo da Y:Cube Housing, uma casa portátil pré-fabricada com painéis de madeira, no bairro de Wimbledon, em Londres, na Inglaterra.
As casas, que são montadas numa fábrica e levadas ao seu destino por guindastes, têm água e energia elétrica incorporadas à estrutura e prontas para serem ligadas à rede da cidade. Cada unidade tem 26 m² e é ideal para atender às necessidades de moradia de pessoas solteiras e casais.
A venda será prioritária para quem mora em acomodações provisórias na cidade, como pensões e albergues, e o valor para compra é estipulado em 30 mil euros. As casas também poderão ser compradas por ONGs e instituições públicas que visem a locação. No caso do aluguel, o valor cobrado deverá ser entre 125 e 175 libras, o equivalente a R$ 462,00 a R$ 647,00.
De acordo com a YMCA, as moradias custam cerca de 25% a 40% menos do que uma construção tradicional, por isso o objetivo é beneficiar cidadãos de baixa renda que não podem pagar aluguéis mais caros.
A ONG planeja fazer um condomínio com 36 unidades no bairro de Mitcham ainda em 2014. As estruturas serão empilhadas verticalmente em vários andares e ficarão envoltas por um pátio e jardim.
Veja o vídeo sobre o primeiro protótipo da Y:Cube Housing:



Por: @jorgenojr
Fonte: Portal Pini Web


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Saiba quais são as 10 cidades mais desenvolvidas do Brasil


Louveira é líder do ranking de desenvolvimento da FIRJAN (Foto: Prefeitura de Louveira)



Um estudo elaborado pelo Sistema FIRJAN (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) revelou que a cidade de Louveira (SP) é a mais desenvolvida do Brasil. O índice avalia as condições de Educação, Saúde, Emprego e Renda dos 5.565 municípios brasileiros e classifica os 50 melhores.

De acordo com a pesquisa, as 10 cidades que aparecem no topo da lista estão localizadas no estado de São Paulo.
Conheça abaixo as campeãs do ranking e a nota recebida no estudo (quanto mais próxima ao número 1, maior o desenvolvimento da localidade):

Ranking das 10 cidades
mais desenvolvidas do Brasil


 
PosiçãoCidadePontuação
1ºLouveira - SP0,916
2ºSão José do Rio Preto - SP0,916
3ºSão Caetano do Sul - SP0,904
4ºBarueri - SP0,904
5ºSantos - SP0,902
6ºVotuporanga - SP0,902
7ºAmparo - SP0,901
8ºVinhedo - SP0,899
9ºIndaiatuba - SP0,897
10ºJundiaí - SP0,895



Por: @jorgenojr


Fonte: Zap Imóveis



quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Conheça os 20 vencedores do Prêmio Master Imobiliário 2014

                                Parque da cidade


O Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) anunciou na última segunda-feira (1º) os 20 vencedores da 20ª edição do Prêmio Master Imobiliário 2014, promovido em parceria com a Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci/Brasil).


Foram contemplados dez projetos na categoria Profissional, voltada a trabalhos vinculados ao desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou a qualificação do setor nas áreas de marketing, comercialização e responsabilidade social, e outros nove trabalhos na categoria Empreendimentos, que inclui projetos residenciais, comerciais e industriais desde que tenham sido concluídos e entregues.
A organização da premiação, que tem por objetivo reconhecer os cases que mais se destacam e estimular iniciativas que valorizam o empenho das empresas e profissionais do setor, também concedeu ao Grupo Empresarial Imobiliário Savoy um hors-concours.
Confira os vencedores da 20ª edição do Prêmio Master Imobiliário 2014:

CATEGORIA PROFISSIONAL

PRODUTO IMOBILIÁRIO
Case: Mandala - Uma nova dimensão de viver
AG7 Realty |Publicidade Archote
Curitiba (PR)
COMERCIALIZAÇÃO
Case: In São Paulo
Atua Construtora
São Paulo (SP)
CAPACITAÇÃO
Case: Academia BKO
BKO Incorporadora
São Paulo (SP)
PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO
Case: Praça Pamplona: Restauração do Palacete dos Barões de Café
Brookfield Incorporações
São Paulo (SP)
SOLUÇÕES URBANÍSTICAS
Case: Parque Global
Bueno Netto | Related Brasil
São Paulo (SP)
COMERCIALIZAÇÃO
Case: SP New e Next Home: 100% de vendas em poucas horas
Esser Incorporadora | Publicidade Archote | General Realty
São Paulo (SP)
SOLUÇÕES ARQUITETÔNICAS
Case: Trix Tamboré reescreve a história dos mixed-use em Alphaville
Five Engenharia |Publicidade Archote
Santana de Parnaíba (SP)
LIVRO
Case: "Investir em Imóveis" - Entenda os segredos práticos deste mercado
Gilberto Benevides e Wang Chi Hsin
São Paulo (SP)
SUSTENTABILIDADE
Case: Jardim das Perdizes: Canteiro de Obras Sustentável
Tecnisa
São Paulo (SP)
MARKETING
Case: Arte e sofisticação unem-se em uma nova grife residencial: M. Ferraz
Upcon Incorporadora | Publicidade Archote
São Paulo (SP)

CATEGORIA EMPREENDIMENTO
RESIDENCIAL
Case: Parque dos Sonhos
Cury Construtora & Incorporadora
Ferraz de Vasconcelos (SP)
RETROFIT
Case: 740 Anastácio
Hines do Brasil
São Paulo (SP)
COMERCIAL
Case: LC Corporate Green Tower
LC5 Incorporações e Participações Ltda.
Fortaleza (CE)
RETROFIT
Case: Subestação Riachuelo - Red Bull Station
Lock Engenharia | Red Bull
São Paulo (SP)
HOTEL
Case: Brisas do Lago Estadia Contemporânea
Odebrecht Realizações Imobiliárias
Brasília (DF)
COMERCIAL
Case: Rio Corporate
Odebrecht Realizações Imobiliárias - RJ
Rio de Janeiro (RJ)
DESENVOLVIMENTO URBANO
Case: Cidade Criativa
Pedra Branca S/A
Palhoça (SC)
DESENVOLVIMENTO URBANO
Case: Swiss Park Campinas
Swiss Park Incorporadora Ltda.
Campinas (SP)
COMERCIAL
Case: Edifício Cidade Jardim
Tecnum Construtora
São Paulo (SP)
CONSAGRAÇÃO E JUSTA HOMENAGEM - HORS-CONCOURS
Grupo Empresarial Imobiliário Savoy


Por: @jorgenojr

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/negocios/conheca-os-20-vencedores-do-premio-master-imobiliario-2014-326601-1.aspx



Vídeo mostra detalhes de edifício projetado por Zaha Hadid em Hong Kong, na China



Com fachada sinuosa, marca registrada da arquiteta, Jockey Club Innovation Tower tem 15 andares e foi recentemente aberto




O escritório de Zaha Hadid divulgou nesta segunda-feira (12) as imagens e o vídeo sobre o Jockey Club Innovation Tower (JCIT), edifício recentemente inaugurado em Hong Kong, na China. O edifício abriga a Faculdade Politécnica de Design de Hong Kong (PolyU) e o Jockey Club Design Institute for Social Innovation. A obra iniciou em outubro de 2010.
A área de 6,6 mil m² situada em um local estreito e irregular no lado nordeste do campus deu lugar à torre de 15 andares e 15 mil m² capaz de acomodar mais de 1.800 alunos e funcionários, com instalações para o ensino de design e inovação que incluem estúdios, laboratórios, oficinas, áreas de exposições, salas de aula multifuncionais, teatro e salão.


O projeto da torre pretende criar um ambiente multidisciplinar que busca ligar a variedade de programas dentro da universidade à faculdade de design. De acordo com os arquitetos o edifício também foi desenvolvido para se tornar um novo espaço urbano que enriquece a diversidade da vida universitária e expressa o dinamismo de uma instituição vanguardista.
A torre é ligada ao campo de futebol da universidade e ao coração do campus, encorajando as faculdades e escolas da universidade para que desenvolvam iniciativas multidisciplinares. Já a fachada curva do edifício é revestida por vidro para trazer transparência e conectividade, entre os vários grupos de aprendizagem.
O Jockey Club Charities Trust investiu 249 milhões de dólares de Hong Kong (HKD) para a construção do JCIT.

Engenharia

A empresa de engenharia Arup colaborou com o projeto de engenharia do edifício criado por Zaha Hadid. O BIM (Modelo de Informação da Construção) foi utilizado para a análise tridimensional do prédio durante todas as fases do planejamento.

Para a fundação da torre foram utilizadas grandes estacas para minimizar a compactação do solo, que poderia afetar edifícios adjacentes. A estrutura foi planejada para suportar grandes cargas, apesar da disposição inclinada da torre.

A construção do prédio incorporou recursos de energia importantes para a manutenção do edifício em longo prazo: torres de resfriamento evaporativo para a água, sensores de dióxido de carbono em instalações de ensino e escritórios e sistema de regulagem do fornecimento de ar fresco.

A torre conta com uma central de controle e monitoramento que gerencia toda a iluminação e equipamentos mecânicos. A unificação dos sistemas de controle foi criada para otimizar tempo e economizar energia.

Veja o Vídeo




Por: @jorgenojr

Fonte: Pini web