quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Conheça os 20 vencedores do Prêmio Master Imobiliário 2014

                                Parque da cidade


O Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) anunciou na última segunda-feira (1º) os 20 vencedores da 20ª edição do Prêmio Master Imobiliário 2014, promovido em parceria com a Federação Internacional das Profissões Imobiliárias (Fiabci/Brasil).


Foram contemplados dez projetos na categoria Profissional, voltada a trabalhos vinculados ao desenvolvimento de empreendimentos imobiliários ou a qualificação do setor nas áreas de marketing, comercialização e responsabilidade social, e outros nove trabalhos na categoria Empreendimentos, que inclui projetos residenciais, comerciais e industriais desde que tenham sido concluídos e entregues.
A organização da premiação, que tem por objetivo reconhecer os cases que mais se destacam e estimular iniciativas que valorizam o empenho das empresas e profissionais do setor, também concedeu ao Grupo Empresarial Imobiliário Savoy um hors-concours.
Confira os vencedores da 20ª edição do Prêmio Master Imobiliário 2014:

CATEGORIA PROFISSIONAL

PRODUTO IMOBILIÁRIO
Case: Mandala - Uma nova dimensão de viver
AG7 Realty |Publicidade Archote
Curitiba (PR)
COMERCIALIZAÇÃO
Case: In São Paulo
Atua Construtora
São Paulo (SP)
CAPACITAÇÃO
Case: Academia BKO
BKO Incorporadora
São Paulo (SP)
PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO
Case: Praça Pamplona: Restauração do Palacete dos Barões de Café
Brookfield Incorporações
São Paulo (SP)
SOLUÇÕES URBANÍSTICAS
Case: Parque Global
Bueno Netto | Related Brasil
São Paulo (SP)
COMERCIALIZAÇÃO
Case: SP New e Next Home: 100% de vendas em poucas horas
Esser Incorporadora | Publicidade Archote | General Realty
São Paulo (SP)
SOLUÇÕES ARQUITETÔNICAS
Case: Trix Tamboré reescreve a história dos mixed-use em Alphaville
Five Engenharia |Publicidade Archote
Santana de Parnaíba (SP)
LIVRO
Case: "Investir em Imóveis" - Entenda os segredos práticos deste mercado
Gilberto Benevides e Wang Chi Hsin
São Paulo (SP)
SUSTENTABILIDADE
Case: Jardim das Perdizes: Canteiro de Obras Sustentável
Tecnisa
São Paulo (SP)
MARKETING
Case: Arte e sofisticação unem-se em uma nova grife residencial: M. Ferraz
Upcon Incorporadora | Publicidade Archote
São Paulo (SP)

CATEGORIA EMPREENDIMENTO
RESIDENCIAL
Case: Parque dos Sonhos
Cury Construtora & Incorporadora
Ferraz de Vasconcelos (SP)
RETROFIT
Case: 740 Anastácio
Hines do Brasil
São Paulo (SP)
COMERCIAL
Case: LC Corporate Green Tower
LC5 Incorporações e Participações Ltda.
Fortaleza (CE)
RETROFIT
Case: Subestação Riachuelo - Red Bull Station
Lock Engenharia | Red Bull
São Paulo (SP)
HOTEL
Case: Brisas do Lago Estadia Contemporânea
Odebrecht Realizações Imobiliárias
Brasília (DF)
COMERCIAL
Case: Rio Corporate
Odebrecht Realizações Imobiliárias - RJ
Rio de Janeiro (RJ)
DESENVOLVIMENTO URBANO
Case: Cidade Criativa
Pedra Branca S/A
Palhoça (SC)
DESENVOLVIMENTO URBANO
Case: Swiss Park Campinas
Swiss Park Incorporadora Ltda.
Campinas (SP)
COMERCIAL
Case: Edifício Cidade Jardim
Tecnum Construtora
São Paulo (SP)
CONSAGRAÇÃO E JUSTA HOMENAGEM - HORS-CONCOURS
Grupo Empresarial Imobiliário Savoy


Por: @jorgenojr

Fonte: http://construcaomercado.pini.com.br/negocios-incorporacao-construcao/negocios/conheca-os-20-vencedores-do-premio-master-imobiliario-2014-326601-1.aspx



Vídeo mostra detalhes de edifício projetado por Zaha Hadid em Hong Kong, na China



Com fachada sinuosa, marca registrada da arquiteta, Jockey Club Innovation Tower tem 15 andares e foi recentemente aberto




O escritório de Zaha Hadid divulgou nesta segunda-feira (12) as imagens e o vídeo sobre o Jockey Club Innovation Tower (JCIT), edifício recentemente inaugurado em Hong Kong, na China. O edifício abriga a Faculdade Politécnica de Design de Hong Kong (PolyU) e o Jockey Club Design Institute for Social Innovation. A obra iniciou em outubro de 2010.
A área de 6,6 mil m² situada em um local estreito e irregular no lado nordeste do campus deu lugar à torre de 15 andares e 15 mil m² capaz de acomodar mais de 1.800 alunos e funcionários, com instalações para o ensino de design e inovação que incluem estúdios, laboratórios, oficinas, áreas de exposições, salas de aula multifuncionais, teatro e salão.


O projeto da torre pretende criar um ambiente multidisciplinar que busca ligar a variedade de programas dentro da universidade à faculdade de design. De acordo com os arquitetos o edifício também foi desenvolvido para se tornar um novo espaço urbano que enriquece a diversidade da vida universitária e expressa o dinamismo de uma instituição vanguardista.
A torre é ligada ao campo de futebol da universidade e ao coração do campus, encorajando as faculdades e escolas da universidade para que desenvolvam iniciativas multidisciplinares. Já a fachada curva do edifício é revestida por vidro para trazer transparência e conectividade, entre os vários grupos de aprendizagem.
O Jockey Club Charities Trust investiu 249 milhões de dólares de Hong Kong (HKD) para a construção do JCIT.

Engenharia

A empresa de engenharia Arup colaborou com o projeto de engenharia do edifício criado por Zaha Hadid. O BIM (Modelo de Informação da Construção) foi utilizado para a análise tridimensional do prédio durante todas as fases do planejamento.

Para a fundação da torre foram utilizadas grandes estacas para minimizar a compactação do solo, que poderia afetar edifícios adjacentes. A estrutura foi planejada para suportar grandes cargas, apesar da disposição inclinada da torre.

A construção do prédio incorporou recursos de energia importantes para a manutenção do edifício em longo prazo: torres de resfriamento evaporativo para a água, sensores de dióxido de carbono em instalações de ensino e escritórios e sistema de regulagem do fornecimento de ar fresco.

A torre conta com uma central de controle e monitoramento que gerencia toda a iluminação e equipamentos mecânicos. A unificação dos sistemas de controle foi criada para otimizar tempo e economizar energia.

Veja o Vídeo




Por: @jorgenojr

Fonte: Pini web

Preço médio do metro quadrado aumentou 4,8% em 2014, diz FipeZap

Acima do IPCA para período, resultado mostra que houve, mesmo que pequeno, um aumento real no valor das unidades até agosto



O Índice FipeZap, que mede o preço do metro quadrado anunciado em 20 cidades brasileiras, registrou aumento de 4,8% até agosto de 2014, o que representa crescimento real de preços quando comparado ao IPCA do período, que ficou em 4%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (3) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo portal ZAP Imóveis.
A alta acumulada nos últimos 12 meses é de 9,9%. É a primeira vez desde o início da série, em 2012, que a variação é inferior a 10%, o que reforça a tendência de desaceleração do aumento dos preços dos imóveis no país.
Das 20 cidades analisadas, o Rio de Janeiro continua sendo a com o metro quadrado mais caro (R$ 10.749), seguida por São Paulo (R$ 8.243). Os dois municípios que apresentaram os menores preços foram Contagem (R$ 3.304) e Goiânia (R$ 3.926), que começaram a ser acompanhadas em agosto.
Os preços médios anunciados do metro quadrado nas demais cidades foram: Brasília (R$ 8.084); Niterói (R$ 7.508); Recife (R$ 5.819); Belo Horizonte (R$ 5.591); São Caetano do Sul (R$ 5.495); Fortaleza (R$ 5.455); Florianópolis (R$ 5.320); Curitiba (R$ 5.067); Porto Alegre (R$ 4.937); Santo André (R$ 4.744); Vitória (R$ 4.870); São Bernardo do Campo (R$ 4.511); Salvador (R$ 4.450) e Vila Velha (R$ 3.998).



Por: @jorgenojr

Fonte: Pini web



quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Crédito imobiliário na Caixa deve fechar ano com R$140 bi




A Caixa Econômica Federal estima fechar o ano de 2014 registrando R$ 140 bilhões em operações de crédito imobiliário. A estimativa da instituição é que o crédito no setor deve registrar crescimento entre 10 e 20% este ano.
Até agosto, a Caixa, que detém 70% do mercado imobiliário, concedeu em torno de R$ 80 bilhões em operações R$ 23,7 bilhões correspondem ao programa de financiamento da casa própria, ou seja, 30% do total.
A expectativa do banco é de que até o fim do ano o volume de novas contratações ainda alcance mais R$ 12,5 bilhões por mês.
Para o próximo ano, o vice-presidente de Habitação da Caixa, José Urbano Duarte, acredita que o mercado continuará aquecido em todo o país, mantendo o mesmo ritmo de crescimento de 2014. Ele falou sobre o cenário da habitação no país durante evento do setor.
2015 será um ano de crescimento. Não vai dobrar o volume de negócios em relação ao que se fez há três, quatro anos, pois estamos falando de um mercado muito mais robusto do que era. Hoje, o mercado já representa 9% do PIB e era de menos de 2% do PIB há cinco, seis anos. Vamos ter um crescimento sustentável, em números mais adequados, acredita Urbano.
O vice-presidente de Habitação da Caixa disse que, além do crescimento do crédito para a construção civil, outros fatores contribuíram para o incremento do mercado brasileiro: a regulação, que tornou o custo para construir mais baixo, a exemplo do cadastro positivo; os parâmetros mais justos na comparação de preços; e a alienação fiduciária. Os marcos regulatórios criaram um ambiente muito melhor para o mercado, ressaltou.
A Caixa Econômica administra, atualmente, cinco milhões de unidades habitacionais e com tendência de crescimento. Milhões de pessoas nos procuram todos os meses dizendo que querem comprar um imóvel, disse.
Levantamento do banco mostra que o financiamento de imóveis é feito, em 56% dos casos, com recursos da caderneta de poupança e 44% por meio de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Mais de 96% deste crédito tem alienação fiduciária.

Por: @jorgenojr

Construção sustentável ganha apoio do setor


Selo verde é apontado como diferencial para enfrentar competição do mercado. Sustentabilidade é base de seis dos nove empreendimentos que ganharam o Master 2014. São quatro edifícios de lajes corporativas com certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), incluindo um fora do eixo Rio-São Paulo: o LC Corporate Green Buuilding, em Fortaleza. Além de um hotel de luxo em Brasília, outro premiado foi o projeto da Cidade Criativa, em Palhoça (SC), incluída no programa Clima Positivo, da Fundação Clinton.
"O selo Leed é, claramente,diferencial para as empresas", diz Benny Finzi, diretor da Hines do Brasil, que executou trabalho de retrofit no 740 Anastácio, localizado na zona oeste de São Paulo. São 7,7 mil m² de área construída, em terreno de 55,6 mil m², com espelho d'água no pátio central. Para ele, prédios que não buscam certificação 'já começam um passo atrás".
Em 2012, a Hines comprou o imóvel, abandonado, e restaurou sua estrutura, recuperando o paisagismo e a arquitetura de linhas retas do prédio, com três pavimentos. A redução do consumo de 30% com energia e de 20% com água é resultado da opção feita pela construção sustentável. Além da tecnologia e do paisagismo, Benny destaca o teto retrátil do 740 Anastácio. A antiga cobertura foi substituída por uma estrutura de aço e alumínio que desliza sobre trilhos.
Benny se orgulha de ter transformado um imóvel sem vida em marco do retrofit em edifícios corporativos para locação.
Assinado pela Tecnum Construtora, o Edifício Cidade Jardim, no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, também é um exemplar corporativo, com lajes de 1.500 m². Inaugurado em 2013, tem 10 andares e quatro subsolos de garagem.
O presidente da Tecnum, Jorge Batlouni Neto, diz que a obra foi um desafio. A caixa de vidro do hall, com pé-direito de 8 metros, tem estrutura mista, com bandejas e colunas integradas por cabos de aço. Os vãos livres de 13,6 metros, com vigas e lajes apoiadas em pilares junto às fachadas, permitem vários layouts aos usuários. Com área construída de 26,5 mil m², o Cidade Jardim tem selo Leed Gold, que garante eficiência energética no controle operacional.
Outro premiado do segmento comercial foi o Rio Corporate, da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR), construído na Barra da Tijuca, novo eixo de negócios do Rio de Janeiro. Composto por duas lajes de alto padrão e seis pavimentos de lajes corporativas, foi entregue em janeiro de 2013. Com vista para a Lagoa de Jacarepaguá, tem fachada revestida de granito e pé-direito com 3,75m.
O projeto - com os elevadores, escadas e sanitários concentrados no centro das lajes - garante melhor aproveitamento dos espaços. Na área comum,há sensores de presença ligados à iluminação, e vidros laminados reduzem troca de calor com o exterior. "Oferecemos aos clientes o que há de melhorem inovação e sustentabilidade", diz o presidente da OR, Paulo Altit.
Hotel. Lançado em 2010 e concluído em 2013, o Brisas do Lago, também construído pela Odebrecht Realizações, marca sua entrada no mercado de hospedagem de luxo em Brasília. O hotel, com 750 apartamentos, une serviços de hospedagem e oportunidade de investimento, com um sistema de venda de unidades autônomas chamado Hotel de Investidores Imobiliários Pulverizados (HIIP).
O parque aquático, com piscinas e cascatas, tem 600m² de área. Usa energia solar para aquecimento de água, e uma de suas fachadas, com jardim suspenso, ameniza o calor e reduz a carga de ar condicionado. Segundo o presidente da OR, o Master reforça, ano após ano, a evolução da qualidade dos projetos.
O LC Corporate Green Tower foi concluído no primeiro semestre, diz o presidente da LC5 Incorporações, Luciano Cavalcante Filho. Em terreno com 3,7 mil m², o edifício tem 19 andares, com 342 conjuntos comerciais. "Tenho dois andares para locação, com lajes de 750 m² e 1.500 m²." O valor geral de vendas (VGV), segundo ele, é de R$ 140 milhões. "Vendemos 60% do prédio."
Vidros com alto isolamento térmico e ar condicionado VRF, que reduz consumo de energia, além de fontes e espelhos d'água abastecidos por tanques de reúso da chuva, são suas credenciais. A vegetação do telhado-parque combate as "ilhas de calor" e a irrigação por gotejamento economiza 50% de água.
"É o primeiro green building do Nordeste", diz o construtor, ao destacar que o LC Corporate é pioneiro na região a obter selo Leed. "Se tivesse feito sem a certificação, agora já seria um prédio antigo." Grandes empresas, segundo ele, só querem se instalar em prédio sustentável.
Ele diz que contratou o escritório do arquiteto Jaime Lerner para o projeto de um bairro planejado,em terreno de420hectares, na zona de expansão do Porto do Pecem, na região metropolitana de Fortaleza. "São 420 quadras, e quero fazer uma obra nos padrões de Pedra Branca", diz, referindo-se ao empreendimento de Santa Catarina.
Em Palhoça (SC), a Pedra Branca S/A constroi a Cidade Criativa, com VGV de R$ 6 bilhões, trata-se de um bairro-cidade que terá 1,7 milhão de m² de área construída e 12 mil unidades entre apartamentos, escritórios e centros comerciais.
A primeira etapa foi iniciada em 1999. "Chegamos a 9% do total planejado", diz o presidente da Pedra Branca, Valério Gomes Neto. "Já temos mil unidades de uso misto, sendo 60% residencial e 40% comercial."
A Cidade Criativa Pedra Branca chamou atenção da Fundação Clinton, que a incluiu no Desenvolvimento do Clima Positivo, ao lado de 17 projetos ao redor do mundo eleitos pela ONG americana. O projeto foi apresentado no congresso mundial Greenbuilding de 2008. "Caímos no radar da fundação", diz Gomes Neto, apostando na construção de um bairro sustentável, que ofereça qualidade de vida, onde as pessoas morem, trabalhem e se divirtam.

Por @jorgenojr

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,construcao-sustentavel-ganha-apoio-do-setor-imp-,1553443

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Pesquisa sobre o mercado imobiliário de Jundiaí

Segundo pesquisa, os apartamentos de 2 dormitórios atendem às necessidade de uma parte maior da população.

O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) publicou ontem os resultado de estudo realizado sobre o mercado imobiliário de Jundiaí.





Estudo do Mercado Imobiliário de Jundiaí, elaborado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e a Robert Zarif Assessoria Econômica Ltda, aponta o lançamento de 14.088 unidades residenciais, verticais e horizontais, no período de novembro de 2010 a novembro de 2013. Desse universo, destaca-se o segmento de 3 dormitórios, cuja participação na oferta foi de 33% (4.695 unidades); seguido pelo de 2 dormitórios econômico, com 29% (4.113 unidades); 2 dormitórios padrão, com 25% (3.469 unidades), 1 dormitório, com 9% (1.195 unidades); e 4 dormitórios, com 4% (612 unidades).
Os empreendimentos verticais responderam pela maioria dos lançamentos, alcançando um total de 12.550 unidades ofertadas nos últimos 36 meses (89%). Já os lançamentos horizontais totalizaram 1.538 unidades (11%).
Os apartamentos de dois dormitórios lançados entre novembro do ano passado e novembro deste ano são responsáveis por 52% de todas as vendas de unidades habitacionais verticais em Jundiaí. Eles são divididos entre padrão, responsável por 25% das vendas, e econômico, por 27%. O último caso trata-se do programa “Minha Casa Minha Vida”. Ao todo, no mesmo período, Jundiaí lançou 4.067 apartamentos – de um a quatro dormitórios – e, nos três últimos anos, acumulou 12.550 lançamentos.
Os apartamentos de dois dormitórios padrão custam, em média, R$ 300 mil em Jundiaí, enquanto os econômicos estão na casa de R$ 184 mil. Se, por um lado, os imóveis de dois dormitórios têm se valorizado ao longo dos últimos anos, a metragem dos mesmos têm diminuído. Em 2010, a média da metragem desses apartamentos era 64 m², hoje, caiu para 56 m² – o que corresponde a aproximadamente R$ 5 mil o m² em empreendimentos padrão.
Os apartamentos de um dormitório e três dormitórios também tiveram lançamentos expressivos, atingindo 20% e 23% do total, respectivamente. No caso das casas – chamadas de empreendimentos horizontais -, o número de lançamentos é menor: 1.538 unidades nos últimos 36 meses.
Com a alta dos preços e a vinda de pessoas de fora para morar aqui, sobretudo da Capital, pode ocorrer uma migração de pessoas de Jundiaí para outras cidades menores da Região, com imóveis mais baratos. De acordo com Amary, o sindicato leva em conta diversos dados na elaboração das pesquisas e nas análises da questão local. Um dos dados relevantes é o número de casamentos, que chegou a 2,8 mil em 2011.
Outro, o do PIB, de R$ 5 bilhões em 2000 para R$ 20 bilhões em 2010. Segundo informações da Secretaria Municipal de Obras, em 2012, foram aprovados 10.803 prédios de apartamentos, construções residenciais, vilas residenciais e loteamentos. Em 2013, o número, até novembro, é de 4547 prédios de apartamentos, construções residenciais, vilas residenciais e loteamentos. Vale ressaltar que a maioria dos processos aprovados em 2013 tiveram entrada em 2012.
A Secretaria de Obras informa ainda que o número foi reduzido porque a prefeitura está verificando todos os processos com maior atenção, sobretudo os empreendimentos residenciais multifamiliares. A aplicação da lei do EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança), analisada pela Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, e um maior rigor nos critérios de aprovação geraram essa redução.
Fonte: dados do Secovi-SP

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Vem para Jundiaí você também!!!



A vocação de Jundiaí para a indústria – com um dos maiores parques industriais da América Latina – se contrasta com o seu patrimônio ambiental – a cidade tem uma das últimas reservas da Mata Atlântica (Serra do Japi) e metade de seu território coberto por mata nativa.

A cidade não depende do sucesso de um único segmento econômico o que lhe garante uma economia estável, robusta e em forte expansão. Conhecida como terra da uva e do morango, Jundiaí se tornou polo interessante para empresas de logística, atraídas pela fácil circulação de mercadorias.

Grandes empresas estão instaladas em Jundiaí entre elas Coca-Cola(Femsa/Spal), Foxxcon, AmBev, Casas Bahia e Siemens. A cidades está entre as mais procuradas pelas empresas – não só pela mão de obra altamente qualificada que dispõe, mas também pela sua localização estratégica imbatível: perto da capital, servida pelas melhores rodovias brasileiras e próxima aos aeroportos de Viracopos (25 minutos) e Cumbica (1 hora). Na última década, o PIB de Jundiaí saltou de 11 para R$ 24 bilhões.

Fonte: http://forestjundiai.com.br/blog/jundiai-economia-forte-atraindo-novas-oportunidades/#sthash.AIN6T37k.dpuf