quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Construção sustentável ganha apoio do setor


Selo verde é apontado como diferencial para enfrentar competição do mercado. Sustentabilidade é base de seis dos nove empreendimentos que ganharam o Master 2014. São quatro edifícios de lajes corporativas com certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), incluindo um fora do eixo Rio-São Paulo: o LC Corporate Green Buuilding, em Fortaleza. Além de um hotel de luxo em Brasília, outro premiado foi o projeto da Cidade Criativa, em Palhoça (SC), incluída no programa Clima Positivo, da Fundação Clinton.
"O selo Leed é, claramente,diferencial para as empresas", diz Benny Finzi, diretor da Hines do Brasil, que executou trabalho de retrofit no 740 Anastácio, localizado na zona oeste de São Paulo. São 7,7 mil m² de área construída, em terreno de 55,6 mil m², com espelho d'água no pátio central. Para ele, prédios que não buscam certificação 'já começam um passo atrás".
Em 2012, a Hines comprou o imóvel, abandonado, e restaurou sua estrutura, recuperando o paisagismo e a arquitetura de linhas retas do prédio, com três pavimentos. A redução do consumo de 30% com energia e de 20% com água é resultado da opção feita pela construção sustentável. Além da tecnologia e do paisagismo, Benny destaca o teto retrátil do 740 Anastácio. A antiga cobertura foi substituída por uma estrutura de aço e alumínio que desliza sobre trilhos.
Benny se orgulha de ter transformado um imóvel sem vida em marco do retrofit em edifícios corporativos para locação.
Assinado pela Tecnum Construtora, o Edifício Cidade Jardim, no Itaim Bibi, bairro nobre de São Paulo, também é um exemplar corporativo, com lajes de 1.500 m². Inaugurado em 2013, tem 10 andares e quatro subsolos de garagem.
O presidente da Tecnum, Jorge Batlouni Neto, diz que a obra foi um desafio. A caixa de vidro do hall, com pé-direito de 8 metros, tem estrutura mista, com bandejas e colunas integradas por cabos de aço. Os vãos livres de 13,6 metros, com vigas e lajes apoiadas em pilares junto às fachadas, permitem vários layouts aos usuários. Com área construída de 26,5 mil m², o Cidade Jardim tem selo Leed Gold, que garante eficiência energética no controle operacional.
Outro premiado do segmento comercial foi o Rio Corporate, da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR), construído na Barra da Tijuca, novo eixo de negócios do Rio de Janeiro. Composto por duas lajes de alto padrão e seis pavimentos de lajes corporativas, foi entregue em janeiro de 2013. Com vista para a Lagoa de Jacarepaguá, tem fachada revestida de granito e pé-direito com 3,75m.
O projeto - com os elevadores, escadas e sanitários concentrados no centro das lajes - garante melhor aproveitamento dos espaços. Na área comum,há sensores de presença ligados à iluminação, e vidros laminados reduzem troca de calor com o exterior. "Oferecemos aos clientes o que há de melhorem inovação e sustentabilidade", diz o presidente da OR, Paulo Altit.
Hotel. Lançado em 2010 e concluído em 2013, o Brisas do Lago, também construído pela Odebrecht Realizações, marca sua entrada no mercado de hospedagem de luxo em Brasília. O hotel, com 750 apartamentos, une serviços de hospedagem e oportunidade de investimento, com um sistema de venda de unidades autônomas chamado Hotel de Investidores Imobiliários Pulverizados (HIIP).
O parque aquático, com piscinas e cascatas, tem 600m² de área. Usa energia solar para aquecimento de água, e uma de suas fachadas, com jardim suspenso, ameniza o calor e reduz a carga de ar condicionado. Segundo o presidente da OR, o Master reforça, ano após ano, a evolução da qualidade dos projetos.
O LC Corporate Green Tower foi concluído no primeiro semestre, diz o presidente da LC5 Incorporações, Luciano Cavalcante Filho. Em terreno com 3,7 mil m², o edifício tem 19 andares, com 342 conjuntos comerciais. "Tenho dois andares para locação, com lajes de 750 m² e 1.500 m²." O valor geral de vendas (VGV), segundo ele, é de R$ 140 milhões. "Vendemos 60% do prédio."
Vidros com alto isolamento térmico e ar condicionado VRF, que reduz consumo de energia, além de fontes e espelhos d'água abastecidos por tanques de reúso da chuva, são suas credenciais. A vegetação do telhado-parque combate as "ilhas de calor" e a irrigação por gotejamento economiza 50% de água.
"É o primeiro green building do Nordeste", diz o construtor, ao destacar que o LC Corporate é pioneiro na região a obter selo Leed. "Se tivesse feito sem a certificação, agora já seria um prédio antigo." Grandes empresas, segundo ele, só querem se instalar em prédio sustentável.
Ele diz que contratou o escritório do arquiteto Jaime Lerner para o projeto de um bairro planejado,em terreno de420hectares, na zona de expansão do Porto do Pecem, na região metropolitana de Fortaleza. "São 420 quadras, e quero fazer uma obra nos padrões de Pedra Branca", diz, referindo-se ao empreendimento de Santa Catarina.
Em Palhoça (SC), a Pedra Branca S/A constroi a Cidade Criativa, com VGV de R$ 6 bilhões, trata-se de um bairro-cidade que terá 1,7 milhão de m² de área construída e 12 mil unidades entre apartamentos, escritórios e centros comerciais.
A primeira etapa foi iniciada em 1999. "Chegamos a 9% do total planejado", diz o presidente da Pedra Branca, Valério Gomes Neto. "Já temos mil unidades de uso misto, sendo 60% residencial e 40% comercial."
A Cidade Criativa Pedra Branca chamou atenção da Fundação Clinton, que a incluiu no Desenvolvimento do Clima Positivo, ao lado de 17 projetos ao redor do mundo eleitos pela ONG americana. O projeto foi apresentado no congresso mundial Greenbuilding de 2008. "Caímos no radar da fundação", diz Gomes Neto, apostando na construção de um bairro sustentável, que ofereça qualidade de vida, onde as pessoas morem, trabalhem e se divirtam.

Por @jorgenojr

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,construcao-sustentavel-ganha-apoio-do-setor-imp-,1553443

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Pesquisa sobre o mercado imobiliário de Jundiaí

Segundo pesquisa, os apartamentos de 2 dormitórios atendem às necessidade de uma parte maior da população.

O Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP) publicou ontem os resultado de estudo realizado sobre o mercado imobiliário de Jundiaí.





Estudo do Mercado Imobiliário de Jundiaí, elaborado pelo Secovi-SP (Sindicato da Habitação) e a Robert Zarif Assessoria Econômica Ltda, aponta o lançamento de 14.088 unidades residenciais, verticais e horizontais, no período de novembro de 2010 a novembro de 2013. Desse universo, destaca-se o segmento de 3 dormitórios, cuja participação na oferta foi de 33% (4.695 unidades); seguido pelo de 2 dormitórios econômico, com 29% (4.113 unidades); 2 dormitórios padrão, com 25% (3.469 unidades), 1 dormitório, com 9% (1.195 unidades); e 4 dormitórios, com 4% (612 unidades).
Os empreendimentos verticais responderam pela maioria dos lançamentos, alcançando um total de 12.550 unidades ofertadas nos últimos 36 meses (89%). Já os lançamentos horizontais totalizaram 1.538 unidades (11%).
Os apartamentos de dois dormitórios lançados entre novembro do ano passado e novembro deste ano são responsáveis por 52% de todas as vendas de unidades habitacionais verticais em Jundiaí. Eles são divididos entre padrão, responsável por 25% das vendas, e econômico, por 27%. O último caso trata-se do programa “Minha Casa Minha Vida”. Ao todo, no mesmo período, Jundiaí lançou 4.067 apartamentos – de um a quatro dormitórios – e, nos três últimos anos, acumulou 12.550 lançamentos.
Os apartamentos de dois dormitórios padrão custam, em média, R$ 300 mil em Jundiaí, enquanto os econômicos estão na casa de R$ 184 mil. Se, por um lado, os imóveis de dois dormitórios têm se valorizado ao longo dos últimos anos, a metragem dos mesmos têm diminuído. Em 2010, a média da metragem desses apartamentos era 64 m², hoje, caiu para 56 m² – o que corresponde a aproximadamente R$ 5 mil o m² em empreendimentos padrão.
Os apartamentos de um dormitório e três dormitórios também tiveram lançamentos expressivos, atingindo 20% e 23% do total, respectivamente. No caso das casas – chamadas de empreendimentos horizontais -, o número de lançamentos é menor: 1.538 unidades nos últimos 36 meses.
Com a alta dos preços e a vinda de pessoas de fora para morar aqui, sobretudo da Capital, pode ocorrer uma migração de pessoas de Jundiaí para outras cidades menores da Região, com imóveis mais baratos. De acordo com Amary, o sindicato leva em conta diversos dados na elaboração das pesquisas e nas análises da questão local. Um dos dados relevantes é o número de casamentos, que chegou a 2,8 mil em 2011.
Outro, o do PIB, de R$ 5 bilhões em 2000 para R$ 20 bilhões em 2010. Segundo informações da Secretaria Municipal de Obras, em 2012, foram aprovados 10.803 prédios de apartamentos, construções residenciais, vilas residenciais e loteamentos. Em 2013, o número, até novembro, é de 4547 prédios de apartamentos, construções residenciais, vilas residenciais e loteamentos. Vale ressaltar que a maioria dos processos aprovados em 2013 tiveram entrada em 2012.
A Secretaria de Obras informa ainda que o número foi reduzido porque a prefeitura está verificando todos os processos com maior atenção, sobretudo os empreendimentos residenciais multifamiliares. A aplicação da lei do EIV (Estudo de Impacto de Vizinhança), analisada pela Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, e um maior rigor nos critérios de aprovação geraram essa redução.
Fonte: dados do Secovi-SP

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Vem para Jundiaí você também!!!



A vocação de Jundiaí para a indústria – com um dos maiores parques industriais da América Latina – se contrasta com o seu patrimônio ambiental – a cidade tem uma das últimas reservas da Mata Atlântica (Serra do Japi) e metade de seu território coberto por mata nativa.

A cidade não depende do sucesso de um único segmento econômico o que lhe garante uma economia estável, robusta e em forte expansão. Conhecida como terra da uva e do morango, Jundiaí se tornou polo interessante para empresas de logística, atraídas pela fácil circulação de mercadorias.

Grandes empresas estão instaladas em Jundiaí entre elas Coca-Cola(Femsa/Spal), Foxxcon, AmBev, Casas Bahia e Siemens. A cidades está entre as mais procuradas pelas empresas – não só pela mão de obra altamente qualificada que dispõe, mas também pela sua localização estratégica imbatível: perto da capital, servida pelas melhores rodovias brasileiras e próxima aos aeroportos de Viracopos (25 minutos) e Cumbica (1 hora). Na última década, o PIB de Jundiaí saltou de 11 para R$ 24 bilhões.

Fonte: http://forestjundiai.com.br/blog/jundiai-economia-forte-atraindo-novas-oportunidades/#sthash.AIN6T37k.dpuf

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Não espere para comprar o seu imóvel, afirmam especialistas


Não é raro ouvir alguém reclamar que os preços de apartamentos e casas das grandes capitais estão nas alturas, irreais, não condizentes com o que se ganha. A euforia repentina do mercado imobiliário e o alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a expansão de empréstimos no Brasil seriam, portanto, indícios de uma crise imobiliária prestes a ser deflagrada? Embora a presença de bolha não possa ser totalmente descartada, economistas acreditam que o seu inflar ainda é lento - e não está nem perto da queda dos preços.
Concluído em janeiro deste ano e publicado no início do mês, o relatório do FMI apontou a alta rápida dos preços de imóveis no Brasil e a forte expansão dos empréstimos imobiliários. Segundo o documento, o aumento dos requerimentos de capital para comprar um imóvel contribuiu para reduzir a velocidade de crescimento do crédito.
De acordo com o economista e coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Emerson Marçal, a melhoria das condições de crédito levou ao aumento da demanda por imóveis, responsável pelo acréscimo nos preços dos aluguéis e dos imóveis novos. A queda dos juros permitiu acesso a crédito para compra de imóvel e levou agentes econômicos a buscar esta alternativa como forma de investimento.
Para uma bolha imobiliária se consolidar, no entanto, são necessárias condições de crédito fáceis, o que aconteceu nos Estados Unidos, que, junto à elevação das taxas de juros, levou ao estouro da bolha imobiliária em 2007. Ainda de acordo com o economista, não é o caso do País. "Financiar imóveis ainda é algo restritivo no Brasil. Os bancos têm regras demais, e os cartórios implicam custos", explica Marçal.
Segundo o professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Ricardo Almeida, nada de surpresas: a alta dos preços está dentro do esperado, conforme a taxa de juros. O valores de imóveis devem crescer de acordo com a inflação, sem valorização expressiva, e o crédito deve se estabilizar. "Não espere para comprar seu imóvel", sugere o analista.
Conforme pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgada em maio, pela primeira vez em quatro anos os preços de imóveis residenciais novos recuaram em São Paulo. No primeiro trimestre, o valor do metro quadrado dos lançamentos com um e dois dormitórios, os imóveis mais procurados, caiu 7,8% em relação a dezembro de 2012. Caso não haja bolhas no mercado imobiliário brasileiro, os preços dos imóveis no futuro próximo devem se consolidar em um novo patamar, sem aumentos contínuos ou quedas drásticas. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Desmotivação: De Quem é a Culpa?


Entre os fatores que podem levar à desmotivação das pessoas e das equipes de trabalho estão: as poucas perspectivas de crescimento, de carreira, de salários baixos, conflitos e desentendimentos com o chefe.

Geralmente, a caça às bruxas, isto é, a busca pelos culpados começa com as pessoas infelizes com a liderança, e esta acaba sendo o principal alvo. Igual a uma equipe de futebol, quando os resultados não aparecem, logo crucificam o treinador e está provado que nem sempre este é o melhor caminho.

Percebe-se aí que a motivação não vem dos outros. O bom chefe gera estímulo para que sua equipe tenha motivos para agir. E quem tem motivos, levanta cedo para fazer melhor o que pode fazer melhor.

Mas o chefe não pode especificamente fazer algo por alguém de sua equipe. Isso porque a motivação é da pessoa, e esta deverá ser o grande responsável por sua vida, seus atos, suas atitudes, sua motivação mesmo. O chefe deve ser exemplo e apontar caminhos.

Mesmo sabedor de que o baixo salário e a falta de perspectivas estão incomodando a equipe, gerando desmotivação e insatisfação, o chefe deve ser consciente e não tomar nenhuma decisão precipitada e pensar com mais foco no assunto e nas possibilidades reais de melhoria.

O profissional que também está insatisfeito no trabalho deve ser consciente de suas virtudes ou limitações. Se tem virtudes, deve lutar por elas dignamente e se tem limitações, deve ter humildade suficiente para buscar o aprendizado para fazer a sua diferença.

Fundamental nesse processo é identificar e mostrar os valores da empresa e entender os valores que cada um tem na vida e estas escolhas serão fundamentais para a felicidade das pessoas e para os resultados da empresa.

Penso que é muito importante conversar com a equipe sobre o futuro da carreira, identificar oportunidades, treinar, educar, criar perspectivas e nesse conjunto, o sucesso de todos, vencendo a guerra da desmotivação.

Afinal motivação não é satisfação. 
Motivação é tudo aquilo que não temos e satisfação é aquilo que já temos.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Elogio ao mau humor


Simpatia demais pode acabar fazendo mal




Fim de semana passado estive em três grandes livrarias. De um lado, “gurus” das finanças pessoais prometem riqueza fácil investindo com algum esquema fantástico. Do outro, autores com sorriso de Pollyanna* ensinam como montar sua “start-up” e ficar rico, feliz e sorridente com ela.
Não me leve a mal, caro leitor: um pouco de otimismo é fundamental. Bom humor é importante, e me considero um cara mais bem humorado que a média. No entanto, em algum momento, a coisa precisa ficar séria.
E por isso é preciso olhar com desgosto para a maioria dos livros de “finanças pessoais”, não pelo tema importantíssimo que eles se propõem a tratar, mas pelo fato de a maioria dos autores estar mais interessada em virar “guru” do que ajudar seus leitores. Aproveito para fazer um desafio a todo esse povo: que esses “gurus” das finanças divulguem abertamente os resultados dos próprios investimentos. Quem sabe parem de dizer que é fácil ficar rico. 
Ter um projeto, aliás, não é a mesma coisa que ter uma start-up. Empreendedores não são só pessoas felizes e sorridentes que muitos livros pintam. Ser responsável por um negócio requer seriedade e disciplina, temas que ficam de fora de vários textos. É mais fácil falar sobre como tudo é legal e excitante, do que mostrar o trabalho duro e o silencioso desespero que muitos empreendedores enfrentam ao longo de suas carreiras. O mesmo vale para temas como inovação, “mídias sociais” e estratégia, onde todo mundo vai encontrar um “Oceano Azul” ou ser a próxima Apple.
E esses são só alguns exemplos. Não é de hoje que os textos de Administração namoram a auto-ajuda. O problema, a meu ver, é que essa onda de conselhos fáceis e sorrisos deixa para trás características importantíssimas do mundo real. Lembro de uma conversa que tive com um recém contratado de uma grande empresa de tecnologia, daquelas pintadas como o paraíso pela mídia. Ele me contou que muita gente fica boba ao saber que ele também tinha chefe e metas a cumprir. Entre em uma dessas empresas esperando a imagem pintada em certos livros e a decepção é certa.
Por que falar tudo isso? Me desculpem as noviças rebeldes, mas mau humor é fundamental. Um bom planejamento estratégico, uma boa gestão financeira e até uma boa ideia de negócios precisa de uma boa dose de descontentamento e mau humor. Estou falando daquilo que Mihaly Csikszentmihalyi chamou de “pessimismo ensolarado”: é preciso ser pessimista para ver imperfeições no mundo, para ficar descontente com as coisas a ponto de querer fazer algo a respeito, e otimismo suficiente para imaginar que você pode mudar as coisas.
É preciso, também, saber que tudo que é importante exige algo em troca. Em algum momento, as coisas ficarão difíceis, as ideias darão errado e o dinheiro vai ficar escasso. Você vai duvidar de você mesmo, de suas escolhas e do caminho que está seguindo. Se fosse fácil, todo mundo teria um sucesso estrondoso e seria milionário. Falando nisso, ter um sucesso estrondoso e se tornar milionário não te tornam necessariamente mais feliz.
Então, por que fazer algo diferente? Por que criar uma empresa? Por que economizar dinheiro, aprender uma nova habilidade ou desbravar um novo campo?
Porque muitos dos nossos melhores momentos na vida também são os piores. Olhando para trás, são os momentos de provação, de dúvidas, momentos em que superamos algo que tornam as pessoas mais orgulhosas. 
Ficar em casa vendo televisão não vai fazer você olhar satisfeito para seu passado daqui a vinte anos. Coisas fáceis são passageiras. Tentar algo novo, buscar um objetivo que exija sacrifícios, assumir um risco que valha a pena. Essas sim são coisas que valem ser lembradas. No mundo real, um pouco de mau humor faz parte da vida, e por isso ele é essencial.
*Personagem de série literária que vive sorrindo.

Por: Fábio Zugman

terça-feira, 14 de maio de 2013

FIQUE POR DENTRO...

Casas voltam a tomar conta do mercado imobiliário mesmo no segmento econômico.




Há vários tipos de imóveis com unidades linear ou dúplex, com quintal e garagem. Os preços também são acessíveis e ainda contam com financiamento de até 30 anos pela Caixa Econômica Federal. 

Alguns desses empreendimentos se enquadram no Minha Casa, Minha Vida.



Famílias que ganhem até R$ 5.000 mensais (somando os ganhos de todos) podem se candidatar a comprar a casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo federal em 2009 para atender usuários de baixa renda.

Podem se candidatar a uma casa famílias de três faixas de renda: até R$ 1.600; de R$ 1.601 a R$ 3.275; e de R$ 3.276 a R$ 5.000.

A faixa 1 recebe o maior subsídio do governo e pode chegar até 95% do valor de imóveis. O preço máximo da casa tem ser de até R$ 76 mil. É a chamada habitação de interesse social. Essa parte da população não teria acesso à casa própria sem o auxílio governamental.

Segundo a Caixa, o programa pode estar disponível nas prefeituras das capitais e suas regiões metropolitanas e cidades com mais de 50 mil habitantes. Se a prefeitura for parceira do Minha Casa, Minha Vida, o interessado deve fazer sua inscrição para a seleção das moradias da faixa 1 do programa.

Além de a renda familiar ser limitada a R$ 1.600, a Caixa informa que não podem se inscrever no programa diretamente nas prefeituras quem já tem imóvel ou já recebeu ajuda habitacional do governo federal; tem financiamento imobiliário; quem está cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin); tem ou já teve contrato de arrendamento de imóvel no Programa de Arrendamento Residencial (PAR); a inscrição também é vetada a empregados da Caixa.

As faixas 2 e 3 podem financiar imóveis, com subsídio menor, no valor de até R$ 190 mil em grandes cidades como São Paulo, Rio e Brasília. Esse valor pode variar de acordo com a região do país e do imóvel.

Os interessados que se enquadram nestas duas faixas podem procurar diretamente a Caixa ou o Banco do Brasil para simular e saber quais as condições para o financiamento.