quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Jundiaí é a 3º em pesquisa segundo dados do IBGE e Delta Economics&Finance

Jundiaí



A cidade de Jundiaí situada a 57,7 quilômetros da capital do Estado de São Paulo, com mais de 370 mil habitantes e com seu PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 21 Bilhões – segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade foi considerada pelo grupo Delta Economics&Finance a terceira melhor cidade do  Brasil para se viver, nestes dados estão inclusos itens como educação, segurança, administração municipal bem-estar , inclusive saúde.

O índice de pesquisa Melhores e Maiores Cidades Brasileiras o BCI100 avaliou um conjunto de 77 atributos das 100 grandes cidades do país, dividido em 10 assuntos, que foram publicados na revista América Economia Brasil. A escolha dos municípios levou em conta o número de habitantes, ou seja, com mais de 200 mil habitantes que tinham seus dados sócio econômicos disponíveis em fontes oficiais.

Segue o Link:

A cidade também dispõe de boas práticas para Cultura e Lazer, tais como, espaços culturais, museus, parques e áreas de lazer, teatros ,circuitos de adegas, hotelaria, shoppings, entre outros adereços.

Por ser a terceira melhor cidade para se morar, Jundiaí tem um bom Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), com isso existe pequenos, médios e grandes empreendimentos mobiliários que vem crescendo muito, nos últimos anos.

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terça-feira, 14 de outubro de 2014

FGV: Programa Minha Casa, Minha Vida reduz o déficit habitacional em 8%.

Lançado em meio a forte crise internacional, em 2009, o programa Minha Casa Minha Vida foi uma decisão política de enfrentar a situação com incentivo ao mercado interno e inclusão social, transformando-se no maior programa habitacional da história e beneficiando 6 milhões de brasileiros.

Conjunto habitacional em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro
Desde o seu inicio, numero de famílias  condições  de moradia precária teve uma redução de 8% entre 2009 até 2012. A conclusão e de uma estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo SindusconSP sobre a importância e os desafios das politicas habitacionais.

Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que entre 2007 e 2012 houve redução de 6,27% no déficit habitacional no Brasil. Essa queda ocorreu ao mesmo tempo em que houve aumento de 12,6% no total de domicílios, de 55,918 milhões para 62,996 milhões. Assim, em termos relativos, o déficit caiu de 10% do total de domicílios para 8,53%.



Cerca de R$ 13,5 bilhões foram destinados para as áreas de habitação popular


“O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado como uma medida anticíclica em u momento de crise, e seus impactos para a atividade econômica são enormes, gerando renda, emprego e arrecadação”, disse a coordenadora da FGV para o setor da construção, Ana Maria Castelo. “Mas o seu maior impacto ainda é social, que é sanar a necessidade das famílias que não tem moradia adequada”.




Por: Alam Moura @alammoura

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Empresa chinesa constrói dez casas com impressora 3D em 24 horas

As impressoras 3D  vem ganhando espaço em todos os ramos, inclusive na construção civil. A empresa chinesa Winsun New Materials, por exemplo, desenvolveu uma técnica para imprimir até 10 casas em 24 horas. Utilizando impressoras 3D de 6,5 metros de altura, o projeto conseguiu construir casas de 200 metros quadrados.

Empresa chinesa constrói dez casas com impressora 3D em 24 horas


O dispositivo, que utiliza cimento e fibra de vidro para produzir materiais construtivos, demorou 12 anos para ser desenvolvido e custou cerca de três milhões de euros. O grande trunfo é o material utilizado: concreto reciclado, que confere ainda um caráter sustentável à construção.


A Winsun estima que, em seu processo de impressão, seja usada metade do valor necessário para construções com métodos tradicionais. As paredes das casas, que serão usadas como pequenos escritórios, foram feitas com camadas sobrepostas e o processo de impressão, feito na Fábrica Yingchuang New Materials's, se deu com até quatro impressoras 3D operando ao mesmo tempo. A única parte que não foi impressa é a dos telhados. Segundo a Winson, ainda levará um tempo até que a tecnologia da impressora seja capaz de produzir as telhas.


   Modelo é aproximadamente a metade do que se gastaria com uma casa tradicional


A moradia possui 200 metros quadrados e seu processo de fabricação custa, em média, US$ 4.800. O equipamento monta as estruturas com uma mistura de cimento e fibra de vidro, camada por camada, um processo semelhante à fabricação de maquetes e protótipos de qualquer impressora 3D.

Alinhados às leis ambientais da China, a empresa planeja utilizar resíduos de demolição na construção de novos edifícios por meio da impressão 3D.


Por: Alam Moura - @alammoura

www.jordansimoveis.com.br

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Proprietário pede demolição da Casa Rosa, em Jundiaí

  
Casa Rosa,  construção do fim do século XIX

O casarão histórico em Jundiaí, localizado na Rua Barão de Jundiaí numero 260, também conhecido como “Casa Rosa”, é alvo de questionamentos por conta do pedido de demolição do prédio.

Os proprietários entraram com um pedido no Ministério Publico (MP) para que a demolição seja autorizada. Eles alegam que mesmo sendo tombado pelo patrimônio histórico, o prédio está em péssimas condições estruturais.



O pedido foi aceito pelo MP que já enviou uma cópia da liminar à Secretaria de Obras. Em Nota, a pasta reforçou que o município ainda não emitiu nenhuma autorização, pois o processo foi encaminhado para analise e manifestação do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Jundiaí (Compac).

Fachada deteriorada da Casa Rosa






Por: Alam Moura - @alammoura