sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Serviço de “Self Storage” ganha cada vez mais adeptos e cresce no setor imobiliário

Um negócio relativamente novo no Brasil vem caindo no gosto da população. É o chamado self storage, ou “auto armazenagem”, quando o usuário aluga um espaço para depositar seus utensílios, equipamentos e até móveis.  Um conceito moderno, conveniente e seguro que chegou no Brasil para substituir os antigos guarda móveis, guarda volumes e guarda documentos. 

     
O serviço "Self Storage" já é conhecido nos EUA
Nos EUA esse serviço já é bem conhecido, No final do ano de 2008, cerca de 51.000 empresas de Self Storage foram abertas nos Estados Unidos em espaços de terrenos industriais e comerciais. Há mais de 2,35 bilhões de metros quadrados de armazenagem Self Storage, superfície equivalente a três vezes a ilha de Manhattan sob o teto. Mais recentemente, em muitas cidades metropolitanas onde a concorrência entre as empresas de armazenagem é feroz, mais parcelas de terra perto de áreas residenciais e comerciais estão sendo convertidas em Self Storage


No Brasil este mercado demorou mais para se instalar e apesar de muitas empresas já estarem no mercado, poucos conhecem bem o que é o serviço. 


A maioria dos usuários no Brasil procura um Self Storage durante uma mudança. Seja uma longa viagem, reforma da casa, ou mudança de imóvel, ele precisa de um local para guardar móveis, e guardar volumes em geral.





A novidade vem movimentando o mercado imobiliário no Brasil 
Outra vantagem da “auto armazenagem”, é a possibilidade de locação sem um período mínimo de vigência, pode ser por um mês ou quanto for necessário. Os boxes apresentam tamanhos que variam de 12 a 41 m³, com aluguéis a partir de R$ 13 por dia.










O perfil de quem procura um serviço de “auto armazenamento,” é variado. Pode ser uma empresa, uma pessoa física, um e-commerce, pessoas que saem em viajem ou então chegam de outros locais e precisam de um local para deixar suas coisas enquanto procura uma residência. 


É muito importante que o locatário verifique bem  local antes de alugar, tenha certeza de que o local onde seus pertences estão armazenados é constantemente monitorado e seguro.



Por: Alam Moura @alammoura

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Jundiaí é a 3º em pesquisa segundo dados do IBGE e Delta Economics&Finance

Jundiaí



A cidade de Jundiaí situada a 57,7 quilômetros da capital do Estado de São Paulo, com mais de 370 mil habitantes e com seu PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 21 Bilhões – segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a cidade foi considerada pelo grupo Delta Economics&Finance a terceira melhor cidade do  Brasil para se viver, nestes dados estão inclusos itens como educação, segurança, administração municipal bem-estar , inclusive saúde.

O índice de pesquisa Melhores e Maiores Cidades Brasileiras o BCI100 avaliou um conjunto de 77 atributos das 100 grandes cidades do país, dividido em 10 assuntos, que foram publicados na revista América Economia Brasil. A escolha dos municípios levou em conta o número de habitantes, ou seja, com mais de 200 mil habitantes que tinham seus dados sócio econômicos disponíveis em fontes oficiais.

Segue o Link:

A cidade também dispõe de boas práticas para Cultura e Lazer, tais como, espaços culturais, museus, parques e áreas de lazer, teatros ,circuitos de adegas, hotelaria, shoppings, entre outros adereços.

Por ser a terceira melhor cidade para se morar, Jundiaí tem um bom Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), com isso existe pequenos, médios e grandes empreendimentos mobiliários que vem crescendo muito, nos últimos anos.

Acesse nosso site:
www.jordanimoveis.com.br

terça-feira, 14 de outubro de 2014

FGV: Programa Minha Casa, Minha Vida reduz o déficit habitacional em 8%.

Lançado em meio a forte crise internacional, em 2009, o programa Minha Casa Minha Vida foi uma decisão política de enfrentar a situação com incentivo ao mercado interno e inclusão social, transformando-se no maior programa habitacional da história e beneficiando 6 milhões de brasileiros.

Conjunto habitacional em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro
Desde o seu inicio, numero de famílias  condições  de moradia precária teve uma redução de 8% entre 2009 até 2012. A conclusão e de uma estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo SindusconSP sobre a importância e os desafios das politicas habitacionais.

Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apontou que entre 2007 e 2012 houve redução de 6,27% no déficit habitacional no Brasil. Essa queda ocorreu ao mesmo tempo em que houve aumento de 12,6% no total de domicílios, de 55,918 milhões para 62,996 milhões. Assim, em termos relativos, o déficit caiu de 10% do total de domicílios para 8,53%.



Cerca de R$ 13,5 bilhões foram destinados para as áreas de habitação popular


“O Programa Minha Casa Minha Vida foi criado como uma medida anticíclica em u momento de crise, e seus impactos para a atividade econômica são enormes, gerando renda, emprego e arrecadação”, disse a coordenadora da FGV para o setor da construção, Ana Maria Castelo. “Mas o seu maior impacto ainda é social, que é sanar a necessidade das famílias que não tem moradia adequada”.




Por: Alam Moura @alammoura

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Empresa chinesa constrói dez casas com impressora 3D em 24 horas

As impressoras 3D  vem ganhando espaço em todos os ramos, inclusive na construção civil. A empresa chinesa Winsun New Materials, por exemplo, desenvolveu uma técnica para imprimir até 10 casas em 24 horas. Utilizando impressoras 3D de 6,5 metros de altura, o projeto conseguiu construir casas de 200 metros quadrados.

Empresa chinesa constrói dez casas com impressora 3D em 24 horas


O dispositivo, que utiliza cimento e fibra de vidro para produzir materiais construtivos, demorou 12 anos para ser desenvolvido e custou cerca de três milhões de euros. O grande trunfo é o material utilizado: concreto reciclado, que confere ainda um caráter sustentável à construção.


A Winsun estima que, em seu processo de impressão, seja usada metade do valor necessário para construções com métodos tradicionais. As paredes das casas, que serão usadas como pequenos escritórios, foram feitas com camadas sobrepostas e o processo de impressão, feito na Fábrica Yingchuang New Materials's, se deu com até quatro impressoras 3D operando ao mesmo tempo. A única parte que não foi impressa é a dos telhados. Segundo a Winson, ainda levará um tempo até que a tecnologia da impressora seja capaz de produzir as telhas.


   Modelo é aproximadamente a metade do que se gastaria com uma casa tradicional


A moradia possui 200 metros quadrados e seu processo de fabricação custa, em média, US$ 4.800. O equipamento monta as estruturas com uma mistura de cimento e fibra de vidro, camada por camada, um processo semelhante à fabricação de maquetes e protótipos de qualquer impressora 3D.

Alinhados às leis ambientais da China, a empresa planeja utilizar resíduos de demolição na construção de novos edifícios por meio da impressão 3D.


Por: Alam Moura - @alammoura

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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Proprietário pede demolição da Casa Rosa, em Jundiaí

  
Casa Rosa,  construção do fim do século XIX

O casarão histórico em Jundiaí, localizado na Rua Barão de Jundiaí numero 260, também conhecido como “Casa Rosa”, é alvo de questionamentos por conta do pedido de demolição do prédio.

Os proprietários entraram com um pedido no Ministério Publico (MP) para que a demolição seja autorizada. Eles alegam que mesmo sendo tombado pelo patrimônio histórico, o prédio está em péssimas condições estruturais.



O pedido foi aceito pelo MP que já enviou uma cópia da liminar à Secretaria de Obras. Em Nota, a pasta reforçou que o município ainda não emitiu nenhuma autorização, pois o processo foi encaminhado para analise e manifestação do Conselho Municipal de Patrimônio Cultural de Jundiaí (Compac).

Fachada deteriorada da Casa Rosa






Por: Alam Moura - @alammoura


terça-feira, 30 de setembro de 2014

Workshop discute instalação de parklets que estimulam convívio social na cidade

A criação de novos espaços de convivência na cidade por meio da instalação de parklets foi o tema do workshop Escola de Parklet, realizado no último dia 24, na Escola São Paulo. Na abertura do evento, o prefeito Fernando Haddad afirmou que este tipo de iniciativa contribui para a construção de uma cidade mais humana. Organizado pela Companhia de Engenharia de Tráfego, em parceria com a escola e com o Instituto Mobilidade Verde, o evento integrou a Semana da Mobilidade. 

Parklet é um espaço de integração urbana 

 Os parklets são plataformas que podem ser equipadas com bancos, floreiras, mesas, cadeiras, guarda-sóis, aparelhos de exercícios físicos, paraciclos ou outros elementos de mobiliário, sempre com a função de recreação ou de manifestações artísticas.O objetivo do workshop gratuito é esclarecer diretrizes sobre a instalação destes equipamentos e promover a troca de experiências entre o poder público e arquitetos, engenheiros, designers e entidades da sociedade civil.


 -7 dicas para deixar seu imóvel mais sustentável 


Os parklets foram criados em São Francisco, nos Estados Unidos. No Brasil, a ideia foi implementada pela primeira vez em São Paulo, em 2013. O workshop contou com a participação dos arquitetos e designers do Coletivo Parkl(IT), vinculado ao Instituto Mobilidade Verde, responsáveis pelos seis primeiros parklets da cidade.

Parklets para que as pessoas ocupem o espaço público 



Segundo decreto publicado em abril de 2014, qualquer munícipe (pessoa física ou jurídica) pode instalar um parklet.  A solicitação deverá ser feita à subprefeitura responsável pelo local, junto a um termo de compromisso de instalação, manutenção e remoção do parklet. As subprefeituras também são responsáveis por averiguar a conveniência do pedido e publicar edital destinado a dar conhecimento público da solicitação. 


Por Alam Moura -  @alammoura

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

7 dicas para deixar seu imóvel mais sustentável sem reformas





 Dicas simples para mais qualidade de vida e sustentabilidade em seu lar.


 1.    Quando for comprar eletrodomésticos, escolha modelos que gastem pouca energia. Eles são sinalizados com selos de eficiência do Procel e do Inmetro.

2. Uma mudança simples é escolher um vaso sanitário com duas opções de quantidade de água liberada por descarga, isso ajuda a diminuir o consumo.

3.  Faça a manutenção da sua casa. Pequenos vazamentos de água ou frestas de ar podem aumentar gastos com água e energia.




4.  Um sistema de reutilização da água da chuva pelas descargas exige um pouco de obras, você pode coletar a água em bacias e usar para lavar calçadas e carros, por exemplo.





5. Pinte o seu telhado de branco. A iniciativa faz com que os raios solares sejam refletidos, diminuindo o calor dentro da construção. Além disso, pesquisas mostram que a iniciativa pode ajudar a diminuir o aquecimento global.

6. Melhore a iluminação natural. Mantenha as cortinas abertas durante o dia e posicione móveis de uma maneira favorável. Por exemplo, coloque as escrivaninhas perto das janelas, lateralmente, sendo possível utilizar a luz do sol. Assim, se gasta menos energia elétrica.




7. Cultive Plantas. Jardins, hortas e vasos de plantas são importantes para melhorar a qualidade do ar do ambiente. Por isso, plantar, nem que sejam pequenas mudas, é importante para deixar uma casa mais sustentável. Opte por plantas nativas, que irão apresentar um desenvolvimento melhor e menos cuidados, principalmente se forem as árvores. Já as hortas melhoram também a qualidade da alimentação.




Por: Jorge de Oliveira Jr. - @jorgenojr


Fonte: Atitude Sustentável




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quinta-feira, 25 de setembro de 2014

São Paulo é um dos 10 mercados imobiliários mais quentes do mundo

Ainda que o mercado imobiliário tenha indicado uma leve queda nos últimos meses, a capital paulista se consolidou como um dos mercados mais fortes do mundo.

São Paulo ocupa a 10ª posição na lista do mercado mais aquecido do mundo. Segundo pesquisa realizada pela Global Property Guide, a capital paulista apresenta desaceleração na alta dos preços em comparação ao ano de 2013. A GPG, entre outras frentes, tem como escopo sem um canal para investidores imobiliários residenciais que querem comprar casas ou apartamentos em outros países, além de realizar estudos de interesse.

São Paulo está na lista dos mercados imobiliários mais quentes do mundo


O levantamento levou em consideração a variação nos preços de imóveis em 44 países nos últimos 12 meses até o segundo trimestre de 2014. De acordo o estudo, o preço subiu em 38 dos 44 locais analisados. São analisados índices locais, pesquisas de mercado e a própria carteira do GPG. Apesar de considerar “Brasil”, o estudo analisou números de São Paulo.

Nos últimos 12 meses, os preços dos imóveis na capital paulista tiveram uma alta de 5,37%. Enquanto no mesmo período a variação foi de 6,78%. No segundo trimestre de 2014 (abril, maio e junho), o mercado apresentou alta de 0,75%.

A economia brasileira encolheu 0,6% no segundo trimestre deste ano, após uma queda de 0,2% no primeiro trimestre. A Copa do Mundo no país influenciou no resultado negativo da economia do país. 

No ranking, o Brasil está à frente de grandes potenciais mundiais como: Estados Unidos, Holanda, Japão, Canadá, Alemanha, Portugal, Suíça, China, entre outros países.



*Global Property Guide


Por Alam Moura @alammoura



quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Telhados Verdes são obrigatórios em Copenhague

Como viver melhor conciliando a qualidade de vida com o crescimento das grandes cidades? Esse é um dos assuntos que dominaram a virada do século passado e provavelmente ficará em pauta por muitos anos.

Alternativas são criadas para que possamos conviver num mundo mais harmonioso com ar mais limpo, porém muitas alternativas barram nos interesses econômicos e políticos.
Para melhor ar que respiramos e diminuir o consumo de energia os telhados verdes vem ganhando espaço na Alemanha nos últimos anos. Veja o projeto bem sucedido publicado no portal EcoD, 22-09-2014
Copenhague é conhecida pelo desenvolvimento sustentável

Recentemente, Copenhague (capital da Dinamarca) tornou-se a segunda cidade do mundo na implementação de uma legislação relacionada aos telhados verdes. A primeira foi Toronto, no Canadá, onde se adotou uma lei similar que resultou em 1,2 milhão de metros quadrados verdes em diferentes tipos de construções, assim como na economia de energia de mais de 1,5 milhão de kWh por ano para os proprietários dessas edificações.



A meta de Copenhague, cidade mundialmente conhecida como referência em mobilidade urbana – sobretudo pelos altos índices de utilização da bicicleta – é cobrir de vegetação os terraços das cidades com o objetivo de ser carbono zero no ano 2025. Prefeitos, planejadores urbanos e políticos do mundo inteiro visitam com frequência Copenhague a fim de estudar o seu trânsito de bicicletas, seu sistema de aquecimento urbano ou sua gestão de resíduos.

Entre os benefícios dos telhados verdes, destacam-se:

• Absorção de até 80% da água da chuva, ajudando a reduzir problemas de inundação;
• Redução das temperaturas urbanas;
• Proteção das edificações dos raios UV e das mudanças bruscas de temperatura;
• Cultivo de produtos para consumo próprio, reduzindo custos para os habitantes e negócios;
• Contribuição para uma melhor qualidade do ar nas cidades.
• Copenhague tem aproximadamente 20 mil metros quadrados com superfícies verdes. Existem atualmente 30 edificíos com estas instalações, mas com a nova lei é previsto o aumento anual de cinco mil metros quadrados.

Em cidades da Suíça os telhados verdes são obrigatórios em todos os edifícios novos, e na Cidade do México as pessoas que adotam esta iniciativa recebem 10% de desconto no imposto.


Por:Alam Moura @alammoura

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terça-feira, 23 de setembro de 2014

Criação da faixa intermediária no Minha Casa, Minha Vida 3

O governo confirmou nesta sexta-feira (19) a criação de uma faixa intermediária na terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida(MCMV). O anuncio foi feito pelo consultor do Ministério das Cidades, Fernando Garcia, na 14ª edição da Conferência Latin American Real Estate Society (Lares), no Rio de Janeiro. Segundo Garcia, a meta é construir três milhões de moradias nesta fase do programa.

"Temos que aguardar o resultado das eleições. Se permanecer a Dilma Rousseff, será aquilo já noticiado mesmo. A ideia é estruturar operações [na faixa intermediária - que pode se chamar faixa 1,5] para atender regiões específicas, como a Região Metropolitana de São Paulo e Brasília", disse Garcia à reportagem.

O consultor também falou sobre a faixa 1 do programa, que "daqui uns anos poderá deixar de existir. Com a mobilidade social, ela não será mais necessária". Garcia completou revelando que a qualidade das obras da faixa 1 melhorou bastante após o governo aumentar a fiscalização.
Caso a presidenta Dilma ganhe as eleições, existe a chance de os detalhes do MCMV 3 serem anunciados ainda este ano, segundo Garcia.

Autoconhecimento: Procurando o eixo



     Há pessoas com talento inato para a busca do equilíbrio psicológico. Sem a necessidade de conhecimentos teóricos, refletem continuamente sobre suas características e suas atitudes, de forma a promover, ao longo da vida, aperfeiçoamentos em suas relações com os demais. No outro extremo, há aqueles que vivem num mundo à parte, com referências egocêntricas tão exacerbadas que não levam em conta os feedbacks que as pessoas ao seu redor lhes transmitem; algumas vezes, nem chegam a perceber tais feedbacks.
     No gradiente entre esses dois extremos, a grande maioria das pessoas pode buscar se autoconhecer ao longo da vida, de forma a desenvolver um ambiente saudável e maduro de relacionamentos, onde a afetividade possa frutificar plenamente. 
    Em geral, somos “intimados” a pensar sobre nossas condutas em momentos de ruptura e crise: o fim de um relacionamento, a perda do emprego, a briga com o pai ou com a mãe, etc. A decepção com o supostamente externo – o mundo, o outro – gera sofrimento, mas pode levar ao aprendizado e à maturidade saudável; só que, às vezes, leva a ressentimentos e traumas difíceis de serem superados. A decepção consigo mesmo – a ingenuidade ao lidar com fatos, a inexperiência, etc. – pode gerar superações maduras; mas, às vezes, leva a retraimentos e inseguranças em relação ao futuro.

     Buscar o eixo, como se diz, é uma tarefa para toda a vida, uma vez que o ponto de equilíbrio muda com o tempo. Um dos elementos fundamentais desse equilíbrio é a administração dos desejos frente às pressões ditas externas (da família e da sociedade). Tais exigências se transformam ao longo do tempo. Mesmo atualmente, quando, em tese, existe mais respeito às tendências e preferências individuais (em relação ao passado), as pressões continuam enormes. Pais muitas vezes pressionam por performances escolares para as quais os filhos podem não ter propensão. Há uma pressão por sucesso profissional impossível de ser atingido por todos. A sociedade ainda não aceita integralmente predisposições de gênero que, numa sociedade livre, deveriam ser respeitadas. E assim por diante.
     A passionalidade é outra fonte de desequilíbrios. A possessividade afetiva, no passado até estimulada e vista como reflexo do amor, atualmente é reconhecida como patologia, quando exagerada, impedindo relacionamentos saudáveis.

    
 Não há receita para a busca de equilíbrio. Cada um deve refletir sobre a forma de realizar seus desejos e de enfrentar as resistências,  e a psicoterapia pode ser de grande ajuda em alguns momentos da vida. Buscar o eixo é uma arte delicada e permanente, que exige reflexão e esforço, mas, sem dúvida, vale a pena.



Por: Fernanda Zanella de Brito Miloni é psicóloga - E-mail: fer.miloni@yahoo.com.br


segunda-feira, 22 de setembro de 2014

FGV e Abecip preparam novo índice de preços de imóveis

Indicador criará modelos de imóveis em cada região e será mais detalhado que os já existentes




A Fundação Getúlio Vargas (FGV) está elaborando, em parceria com a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), um novo índice de preços de imóveis residenciais. Trata-se do Índice Geral do Mercado Imobiliário - Residencial (IGMI-R), que será baseado em informações de instituições financeiras. O lançamento da novidade está previsto para 2015.
"Faltam mais indicadores no mercado. Temos, atualmente, apenas dois: o FipeZap e o IVG-R, do Banco Central. A questão é que eles não trazem informações detalhadas dos imóveis. Por isso, estamos trabalhando o IGMI-R, que vai usar uma massa enorme de informações dos agentes de crédito, oriundas dos laudos de avaliação dos imóveis financiados", disse Paulo Picchetti, coordenador do IGMI-C, da FGV, durante a 14ª edição da Conferência Latin American Real Estate Society (Lares).
Segundo ele, como os laudos dos bancos são muito detalhados, com dados de área, localização, dormitórios, estado de conservação etc., a ideia é criar um modelo de imóvel representativo para cada região e segmento de mercado. Quando estiver pronto, o IGMI-R vai permitir saber, por exemplo, o valor de uma unidade nova de dois dormitórios, com determinada área e numa região específica.
"Os bancos têm os dados com especificações e critérios deles. Estamos solicitando a eles informações conforme nossos critérios. A fórmula de cálculo e a metodologia já estão prontas. Quando tivermos esses dados, é só inseri-los", explicou Picchetti.
IGMI-C internacional
A FGV está remodelando o Índice Geral do Mercado Imobiliário - Comercial (IGMI-C), lançado em 2011 e atualizado a cada trimestre. O indicador, que mede a rentabilidade dos imóveis comerciais, tem metodologia semelhante a de índices internacionais, mas os dados utilizados são diferentes. Por isso, a FGV está compatibilizando os dados conforme o índice americano IPD.
"Os nossos fornecedores de informação [as empresas] estão se adequando para nos enviar dados no mesmo formato dos que são utilizados pelo IPD. Depois que isso acontecer, o índice estará pronto, e eles [do IPD] vão divulgar nosso indicador como global", explica Paulo Picchetti, da FGV.
O objetivo é ter um índice que possa ser analisado por um investidor estrangeiro, e que seja comparável com indicadores de outros países. Segundo Picchetti, ainda não se sabe quando ocorrerá a chancela do IPD.

Por: Jorge de Oliveira Jr. - @jorgenojr
Fonte: Revista Pini

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Locale é premiado no Idea Awards




O Locale, produto da Herman Miller que integra o conceito de Living Office, foi reconhecido pelo International Design Excellence Awards - IDEA, na categoria “Office & Productivity” (Escritório & Produtividade), recebendo um dos 27 prêmios de Ouro concedidos em todas as 23 categorias do concurso. A premiação aconteceu este mês, durante a Conferência Internacional 2014, no hotel Hilton Austin, no Texas.


Organizado pela Associação Americana de Designers Industriais (Industrial Designers Society of America - IDSA), o IDEA é um reconhecimento da excelência em design de produtos, design interativo, design de serviços, estratégia, pesquisa, conceitos e projetos de estudantes em categorias que vão desde automóveis e produtos comerciais até equipamentos médicos e mobiliário doméstico.
Os vencedores do prêmio IDEA foram selecionados por um painel de 24 especialistas internacionais em design, de empresas, universidades e consultorias de design. Eles julgaram cerca de 2.000 inscritos este ano, avaliando múltiplos aspectos da excelência em design industrial, incluindo inovação, benefícios para usuários e clientes, sustentabilidade e apelo visual. Em última análise, 176 projetos foram reconhecidos e receberam premiações Ouro (27), Prata (58) e Bronze (91).
Locale: dinamismo e alto desempenho
Projetado pelos designers Sam Hecht e Kim Colin, o Locale ajuda as organizações a melhor utilizar e gerenciar escritórios abertos com um sistema que permite transições suaves entre o trabalho feito em conjunto e sozinho, e nas posições sentado ou em pé, permitindo a criação de uma vizinhança de trabalho dinâmica e de alto desempenho.
Ele ajuda as pessoas a se conectarem com seu trabalho e com os outros. Em combinação e proximidade, a composição de seus elementos motiva a mudança livre e intuitiva do trabalho individual para atividades colaborativas e sociais e estimula interações casuais.
Com o ajuste de altura, o simples toque de um botão permite que o indivíduo se sente para o trabalho focado ou se levante para colaborar com os colegas. E o ajuste não se limita à altura da superfície: mesas, telas e cavaletes móveis podem ser utilizados, conforme a necessidade.


Por: Jorge de Oliveira Jr. @jorgenojr

Fonte: Revista Infra

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Conheça Filó a Kombi Orgânica




Filó a Kombi Orgânica,  é um projeto desenvolvido por Udson Carlos empreendedor social, que atua na cidade de Itatiba interior de São Paulo.



O projeto busca apoio através do site Catarse, para restaurar a Filó, uma Kombi ano 74 que é utilizada para a venda de produtos orgânicos na cidade.






Clique para aqui e conheça mais detalhes do projeto, Filó a Kombi Orgânica.



Por: Jorge de Oliveira Jr. - @jorgenojr