sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Vem para Jundiaí você também!!!



A vocação de Jundiaí para a indústria – com um dos maiores parques industriais da América Latina – se contrasta com o seu patrimônio ambiental – a cidade tem uma das últimas reservas da Mata Atlântica (Serra do Japi) e metade de seu território coberto por mata nativa.

A cidade não depende do sucesso de um único segmento econômico o que lhe garante uma economia estável, robusta e em forte expansão. Conhecida como terra da uva e do morango, Jundiaí se tornou polo interessante para empresas de logística, atraídas pela fácil circulação de mercadorias.

Grandes empresas estão instaladas em Jundiaí entre elas Coca-Cola(Femsa/Spal), Foxxcon, AmBev, Casas Bahia e Siemens. A cidades está entre as mais procuradas pelas empresas – não só pela mão de obra altamente qualificada que dispõe, mas também pela sua localização estratégica imbatível: perto da capital, servida pelas melhores rodovias brasileiras e próxima aos aeroportos de Viracopos (25 minutos) e Cumbica (1 hora). Na última década, o PIB de Jundiaí saltou de 11 para R$ 24 bilhões.

Fonte: http://forestjundiai.com.br/blog/jundiai-economia-forte-atraindo-novas-oportunidades/#sthash.AIN6T37k.dpuf

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Não espere para comprar o seu imóvel, afirmam especialistas


Não é raro ouvir alguém reclamar que os preços de apartamentos e casas das grandes capitais estão nas alturas, irreais, não condizentes com o que se ganha. A euforia repentina do mercado imobiliário e o alerta do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a expansão de empréstimos no Brasil seriam, portanto, indícios de uma crise imobiliária prestes a ser deflagrada? Embora a presença de bolha não possa ser totalmente descartada, economistas acreditam que o seu inflar ainda é lento - e não está nem perto da queda dos preços.
Concluído em janeiro deste ano e publicado no início do mês, o relatório do FMI apontou a alta rápida dos preços de imóveis no Brasil e a forte expansão dos empréstimos imobiliários. Segundo o documento, o aumento dos requerimentos de capital para comprar um imóvel contribuiu para reduzir a velocidade de crescimento do crédito.
De acordo com o economista e coordenador do Centro de Macroeconomia Aplicada da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Emerson Marçal, a melhoria das condições de crédito levou ao aumento da demanda por imóveis, responsável pelo acréscimo nos preços dos aluguéis e dos imóveis novos. A queda dos juros permitiu acesso a crédito para compra de imóvel e levou agentes econômicos a buscar esta alternativa como forma de investimento.
Para uma bolha imobiliária se consolidar, no entanto, são necessárias condições de crédito fáceis, o que aconteceu nos Estados Unidos, que, junto à elevação das taxas de juros, levou ao estouro da bolha imobiliária em 2007. Ainda de acordo com o economista, não é o caso do País. "Financiar imóveis ainda é algo restritivo no Brasil. Os bancos têm regras demais, e os cartórios implicam custos", explica Marçal.
Segundo o professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) Ricardo Almeida, nada de surpresas: a alta dos preços está dentro do esperado, conforme a taxa de juros. O valores de imóveis devem crescer de acordo com a inflação, sem valorização expressiva, e o crédito deve se estabilizar. "Não espere para comprar seu imóvel", sugere o analista.
Conforme pesquisa da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgada em maio, pela primeira vez em quatro anos os preços de imóveis residenciais novos recuaram em São Paulo. No primeiro trimestre, o valor do metro quadrado dos lançamentos com um e dois dormitórios, os imóveis mais procurados, caiu 7,8% em relação a dezembro de 2012. Caso não haja bolhas no mercado imobiliário brasileiro, os preços dos imóveis no futuro próximo devem se consolidar em um novo patamar, sem aumentos contínuos ou quedas drásticas. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Desmotivação: De Quem é a Culpa?


Entre os fatores que podem levar à desmotivação das pessoas e das equipes de trabalho estão: as poucas perspectivas de crescimento, de carreira, de salários baixos, conflitos e desentendimentos com o chefe.

Geralmente, a caça às bruxas, isto é, a busca pelos culpados começa com as pessoas infelizes com a liderança, e esta acaba sendo o principal alvo. Igual a uma equipe de futebol, quando os resultados não aparecem, logo crucificam o treinador e está provado que nem sempre este é o melhor caminho.

Percebe-se aí que a motivação não vem dos outros. O bom chefe gera estímulo para que sua equipe tenha motivos para agir. E quem tem motivos, levanta cedo para fazer melhor o que pode fazer melhor.

Mas o chefe não pode especificamente fazer algo por alguém de sua equipe. Isso porque a motivação é da pessoa, e esta deverá ser o grande responsável por sua vida, seus atos, suas atitudes, sua motivação mesmo. O chefe deve ser exemplo e apontar caminhos.

Mesmo sabedor de que o baixo salário e a falta de perspectivas estão incomodando a equipe, gerando desmotivação e insatisfação, o chefe deve ser consciente e não tomar nenhuma decisão precipitada e pensar com mais foco no assunto e nas possibilidades reais de melhoria.

O profissional que também está insatisfeito no trabalho deve ser consciente de suas virtudes ou limitações. Se tem virtudes, deve lutar por elas dignamente e se tem limitações, deve ter humildade suficiente para buscar o aprendizado para fazer a sua diferença.

Fundamental nesse processo é identificar e mostrar os valores da empresa e entender os valores que cada um tem na vida e estas escolhas serão fundamentais para a felicidade das pessoas e para os resultados da empresa.

Penso que é muito importante conversar com a equipe sobre o futuro da carreira, identificar oportunidades, treinar, educar, criar perspectivas e nesse conjunto, o sucesso de todos, vencendo a guerra da desmotivação.

Afinal motivação não é satisfação. 
Motivação é tudo aquilo que não temos e satisfação é aquilo que já temos.

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Elogio ao mau humor


Simpatia demais pode acabar fazendo mal




Fim de semana passado estive em três grandes livrarias. De um lado, “gurus” das finanças pessoais prometem riqueza fácil investindo com algum esquema fantástico. Do outro, autores com sorriso de Pollyanna* ensinam como montar sua “start-up” e ficar rico, feliz e sorridente com ela.
Não me leve a mal, caro leitor: um pouco de otimismo é fundamental. Bom humor é importante, e me considero um cara mais bem humorado que a média. No entanto, em algum momento, a coisa precisa ficar séria.
E por isso é preciso olhar com desgosto para a maioria dos livros de “finanças pessoais”, não pelo tema importantíssimo que eles se propõem a tratar, mas pelo fato de a maioria dos autores estar mais interessada em virar “guru” do que ajudar seus leitores. Aproveito para fazer um desafio a todo esse povo: que esses “gurus” das finanças divulguem abertamente os resultados dos próprios investimentos. Quem sabe parem de dizer que é fácil ficar rico. 
Ter um projeto, aliás, não é a mesma coisa que ter uma start-up. Empreendedores não são só pessoas felizes e sorridentes que muitos livros pintam. Ser responsável por um negócio requer seriedade e disciplina, temas que ficam de fora de vários textos. É mais fácil falar sobre como tudo é legal e excitante, do que mostrar o trabalho duro e o silencioso desespero que muitos empreendedores enfrentam ao longo de suas carreiras. O mesmo vale para temas como inovação, “mídias sociais” e estratégia, onde todo mundo vai encontrar um “Oceano Azul” ou ser a próxima Apple.
E esses são só alguns exemplos. Não é de hoje que os textos de Administração namoram a auto-ajuda. O problema, a meu ver, é que essa onda de conselhos fáceis e sorrisos deixa para trás características importantíssimas do mundo real. Lembro de uma conversa que tive com um recém contratado de uma grande empresa de tecnologia, daquelas pintadas como o paraíso pela mídia. Ele me contou que muita gente fica boba ao saber que ele também tinha chefe e metas a cumprir. Entre em uma dessas empresas esperando a imagem pintada em certos livros e a decepção é certa.
Por que falar tudo isso? Me desculpem as noviças rebeldes, mas mau humor é fundamental. Um bom planejamento estratégico, uma boa gestão financeira e até uma boa ideia de negócios precisa de uma boa dose de descontentamento e mau humor. Estou falando daquilo que Mihaly Csikszentmihalyi chamou de “pessimismo ensolarado”: é preciso ser pessimista para ver imperfeições no mundo, para ficar descontente com as coisas a ponto de querer fazer algo a respeito, e otimismo suficiente para imaginar que você pode mudar as coisas.
É preciso, também, saber que tudo que é importante exige algo em troca. Em algum momento, as coisas ficarão difíceis, as ideias darão errado e o dinheiro vai ficar escasso. Você vai duvidar de você mesmo, de suas escolhas e do caminho que está seguindo. Se fosse fácil, todo mundo teria um sucesso estrondoso e seria milionário. Falando nisso, ter um sucesso estrondoso e se tornar milionário não te tornam necessariamente mais feliz.
Então, por que fazer algo diferente? Por que criar uma empresa? Por que economizar dinheiro, aprender uma nova habilidade ou desbravar um novo campo?
Porque muitos dos nossos melhores momentos na vida também são os piores. Olhando para trás, são os momentos de provação, de dúvidas, momentos em que superamos algo que tornam as pessoas mais orgulhosas. 
Ficar em casa vendo televisão não vai fazer você olhar satisfeito para seu passado daqui a vinte anos. Coisas fáceis são passageiras. Tentar algo novo, buscar um objetivo que exija sacrifícios, assumir um risco que valha a pena. Essas sim são coisas que valem ser lembradas. No mundo real, um pouco de mau humor faz parte da vida, e por isso ele é essencial.
*Personagem de série literária que vive sorrindo.

Por: Fábio Zugman

terça-feira, 14 de maio de 2013

FIQUE POR DENTRO...

Casas voltam a tomar conta do mercado imobiliário mesmo no segmento econômico.




Há vários tipos de imóveis com unidades linear ou dúplex, com quintal e garagem. Os preços também são acessíveis e ainda contam com financiamento de até 30 anos pela Caixa Econômica Federal. 

Alguns desses empreendimentos se enquadram no Minha Casa, Minha Vida.



Famílias que ganhem até R$ 5.000 mensais (somando os ganhos de todos) podem se candidatar a comprar a casa própria por meio do programa Minha Casa, Minha Vida, criado pelo governo federal em 2009 para atender usuários de baixa renda.

Podem se candidatar a uma casa famílias de três faixas de renda: até R$ 1.600; de R$ 1.601 a R$ 3.275; e de R$ 3.276 a R$ 5.000.

A faixa 1 recebe o maior subsídio do governo e pode chegar até 95% do valor de imóveis. O preço máximo da casa tem ser de até R$ 76 mil. É a chamada habitação de interesse social. Essa parte da população não teria acesso à casa própria sem o auxílio governamental.

Segundo a Caixa, o programa pode estar disponível nas prefeituras das capitais e suas regiões metropolitanas e cidades com mais de 50 mil habitantes. Se a prefeitura for parceira do Minha Casa, Minha Vida, o interessado deve fazer sua inscrição para a seleção das moradias da faixa 1 do programa.

Além de a renda familiar ser limitada a R$ 1.600, a Caixa informa que não podem se inscrever no programa diretamente nas prefeituras quem já tem imóvel ou já recebeu ajuda habitacional do governo federal; tem financiamento imobiliário; quem está cadastrado no Cadastro Nacional de Mutuários (Cadmut) e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin); tem ou já teve contrato de arrendamento de imóvel no Programa de Arrendamento Residencial (PAR); a inscrição também é vetada a empregados da Caixa.

As faixas 2 e 3 podem financiar imóveis, com subsídio menor, no valor de até R$ 190 mil em grandes cidades como São Paulo, Rio e Brasília. Esse valor pode variar de acordo com a região do país e do imóvel.

Os interessados que se enquadram nestas duas faixas podem procurar diretamente a Caixa ou o Banco do Brasil para simular e saber quais as condições para o financiamento.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Internacionalização da Amazônia - Cristóvam Buarque

Em um debate numa Universidade americana, Cristóvam Buarque, ex-governador de Brasília, foi perguntado sobre o que pensava da internacionalização da Amazônia. Quem perguntou disse que esperava a resposta de um humanista e não de um brasileiro. Esta foi a resposta de Cristóvam Buarque:




"Como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo o risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a humanidade. Se sob uma ética humanista, a amazônia deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado. Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar que esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país. Neste momento, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos Estados Unidos. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhatan deveria pertencer a toda a humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza especifica, sua história do mundo, deveria pertencer ao mundo inteiro.Se os Estados Unidos querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos Estados Unidos. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os candidatos a presidência dos Estados Unidos em defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida. Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de comer e de ir a escola. Internacionalizemos as crianças tratando todas elas como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro, ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar, ou que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa!"

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Sendo um aprendiz


"Quando se deseja alguma coisa, a vida nos guiará até lá."

Pouco se conhece a respeito da vida do Filósofo Chinês Confúcio.
Acredita-se que viveu entre 551 – 479 A.C.  Algumas de suas obras são atribuídas a ele, e outras foram compiladas por seus discípulos. Em um desses textos, “Conversas familiares”, existe um interessante diálogo a respeito do APRENDIZADO.




Recebi esse texto no início de um ano letivo, ainda no ensino médio. Não lembro ao certo o ano e tenho dúvidas de quem recebi esse texto, mas sei que assim como outros colegas de sala recebi de uma professora naquela típica apresentação inicial, onde o professor fala o seu nome, a matéria que irá lecionar e pede para cada um da classe falar o seu nome.
Lembro também que esse texto me fez ter curiosidade sobre Confúncio e sobre seus ensinamentos. O aprendiz é um texto que gosto muito e vez e outra volto a ler e pensar sobre ele, afinal somos aprendizes ao longo de nossa vida independente da idade, estamos em constante evolução, aprendendo, nos desenvolvendo e buscando um significado para nossa vida e um propósito.

Diz o sábio Confúncio que o céu tem um plano para todo homem, cabe então a cada um compreender esse projeto e ter tranquilidade para segui-lo.
Você já descobriu qual o projeto que o céu tem para você?
Na sua opinião, o que é ser um bom aprendiz?

Gostaria assim de trazer esse texto para nossa reflexão, sobre propósito e aprendizado.





Confúcio sentou-se para descansar, e logo os alunos começaram a fazer perguntas. Naquele dia o mestre estava disposto, e resolveu responder.

- O senhor consegue explicar tudo o que sente. Porque não vai até o imperador e fala com ele?
- O imperador também faz belos discursos – disse Confúcio. E belos discursos são apenas uma questão de técnica. Eles não trazem em si a virtude.
- Então envie o seu livro de poemas.
- Os 300 poemas ali escritos podem ser resumidos numa só frase: Pense corretamente. Este é o segredo.
- O que é pensar corretamente?
- É saber usar a mente e o coração, a disciplina e a emoção. Quando se deseja alguma coisa, a vida nos guiará até lá, mas por caminhos que não esperamos. Muitas vezes, nos deixamos confundir, porque esses caminhos nos surpreendem - e então achamos que estamos indo na direção errada. Por isso eu disse: deixe-se levar pela emoção, mas tenha a disciplina de seguir adiante.
- O senhor faz isso?
- Aos 15 anos comecei a aprender. Aos 30, passei a ter certeza do que desejava. Aos 40, as duvidas voltaram. Aos 50 anos, descobri que o Céu tem um projeto para mim e para cada homem sobre a face da Terra. Aos 60, compreendi este projeto e encontrei a tranquilidade para segui-lo. Agora aos 70, posso escutar meu coração, sem que me faça sair do caminho.
- Então, o que faz a diferente dos outros homens que também aceitam a vontade do Céu?
- Eu procuro dividi-la com vocês. E quem consegue discutir uma verdade antiga com uma geração nova, deve usar a sua capacidade para ensinar. Esta é minha única qualidade: ser um bom professor.
- O que é um bom professor?
- O que examina tudo que ensina. As ideias antigas não podem escravizar o homem, porque elas se adaptam, e ganham novas formas. Então, tomemos a riqueza filosófica do passado, sem esquecer os desafios que o mundo presente nos propõe.
- O que é um bom aluno?
- Aquele que escuta o que eu digo, mas adapta meus ensinamentos a sua vida, e nunca segue ao pé da letra. Aquele que não procura um emprego, mas um trabalho que o dignifica. Aquele que não busca ser notado, mas faz algo de notável.




“Aja antes de falar e, portanto, fale de acordo com os seus atos”
Confúcio.



Por Jorge de Oliveira
Diretor Comercial da Jordans Imóveis 
www.jordansimoveis.com.br
Twitter: @jorgenojr